Essa é uma tendência mundial, até porque podemos constatar o aumento do número de pessoas que trabalham em suas próprias casas, atendendo clientes do outro lado do mundo, ou trabalhando em parceria com pessoas que jamais se conheceram pessoalmente.
Inclusive, fiz o site da Cachaça de Alambique Montanhesa com um parceiro em SP (e eu no Rio), sem jamais tê-lo visto pessoalmente. Pode ser que não seja muito numerosa ainda, mas dentre em breve, essa prática vai se espalhar.
Outro exemplo: um designer, parceiro meu (fizemos o site da Agência Ebulição que fez a campanha do Gabeira para a Prefeitura do Rio), atende a vários clientes sem jamais tê-los conhecido pessoalmente.
Para investir nas tendências
Você sabe quais são as carreiras e tendências de negócios do futuro? Segundo a revista Meu Próprio Negócio (maio-09), uma pesquisa da FIA (Fundação Instituto da Administração) as carreiras do futuro giram em torno das seguintes tendências:
- “ênfase crescente na inovação,
- a busca por qualidade de vida e
- a preocupação com o meio ambiente”.
E os mercados promissores serão:
- “no setor de Serviços,
- em áreas como Saúde e Qualidade de Vida,
- Turismo e Lazer,
- Alimentação,
- Terceira Idade e consultorias Especializadas (como Sustentabilidade),
- Desenvolvimento de carreiras,
- Consultoria Pessoal e
- Planejamento Financeiro”.
A pesquisa também identificou que a TAE (Taxa de Atividade Empreendedora) no Brasil:
“poderá chegar a 17% da população economicamente ativa – contra uma média de 12,8% observada entre 2001 e 2007”.
No entanto, hoje, ao fazer uma aula de Pilates de Solo, o professor comentou que Platão ficava girando por trás dos seus alunos sentados em círculo para que todos tivessem suas percepções e o aprendizado alterando o foco constantemente.
Esse comentário me fez enxergar as mídias sociais também por esse lado. O mais incrível delas não é encontrar rapidamente várias idéias ou respostas para um problema. Isso também é fascinante. Mas talvez o mais incrível sejam as informações que não solicitamos vindo ao nosso encontro.
Por exemplo, no Twitter, o conhecimento vem rapidamente a nós de diversos ângulos, já que cada pessoa tem sua carga de conhecimento e especialização.
Então, quando penso que estou certo sobre algum assunto ou ação em marketing, ao receber twitadas de profissionais de designer, administração, informática ou de qualquer outra especialidade, vejo que sempre há uma outra maneira de fazer as coisas ou, ainda, estrategicamente posso atacar o problema por outro ponto de vista com possível efetividade maior.
Outro exemplo que o professor de Pilates deu, foi o do Leonardo da Vinci (ih, agora não tenho certeza se foi ele!). Ele construiu uma sala com doze portas e quando empacava diante do projeto em que trabalhava, saía por uma porta e entrava por outra. Assim, promovia um deslocamento do seu ponto de vista, que havia travado em uma determinada “direção” do pensamento.
Uma idéia que me ocorreu agora é que podemos promover mídias sociais de voluntariado sócio-ambiental! Ou seja, por exemplo, uma Instituição lança o desafio de fazer uma ação. Todas as pessoas inscritas podem, além de se comprometerem a essa ação específica, contribuir também com idéias para maximizar a ação, indicarem conhecidos que podem solucionar ou ajudar na confecção de alguma peça necessária à ação, indicarem instituições e empresas que possam ajudar com permutas de produtos ou mão-de-obra, etc.
Bem, é isso; espero muitos pontos de vista discordantes ou intrigantes para pensarmos em novos usos ou ferramentas para as mídias sociais!
Há uns posts atrás falei da diferença entre o empreendedor por oportunidade e o por necessidade(http://comunicarevencer.blogspot.com/2009/04/investidor-venture-capitalist-no.html).
- pela primeira vez (9ª edição da pesquisa), o número de empreendedores por oportunidade é maior do que o por necessidade. Além disso, para cada um empreendedor por necessidade, existem dois por oportunidade;
- de 2001 a 2008, a Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (negócios que estão abrindo suas portas ou abriram recentemente) manteve-se em 12%, índice semelhante aos dos EUA e outros países desenvolvidos;
- há 14,6 milhões de empreendedores no Brasil: dentre eles, 9,78 milhões são por oportunidae e os restantes 4,81 milhões são por necessidade;
- dos jovens de 18 a 24 anos pesquisados, 15% empreendem (desses 15%, 68% são por oportunidade e 32% por necessidade);
- a pesquisa mostra que existe espaço para empreendimentos inovadores, porque o brasileiro porcura por isso mas não encontra nas empresas existentes.
E você, tem algum produto ou serviço inovador? Já fez algum tipo de pesquisa de mercado?
Hoje aprendi uma dura lição, “negócios são negócios, amigos”...
... “que amigo que nada, só no contrato, e reconhecido em cartório”.
Por trabalhar com pequenas empresas, nunca me preocupei com burocracias de contrato, proposta assinada, recibos, cronograma, etc. Simplesmente vou executando o trabalho e mostrando os resultados. Já aconteceram alguns atrasos em pagamento, mas tudo bem, até porque minha remuneração provém em parte dos resultados obtidos, mas depois de hoje, nunca mais.
Estava desenvolvendo um projeto de assessoria comercial em uma empresa que, eu já sabia, estava em dificuldades financeiras, por isso me procuraram.
Comecei o projeto, do zero, dia 05/02/2009.
Defini foco de atuação, selecionei a equipe, desenvolvi metodologia comercial, ajudei a elaborar a identidade visual, toda a papelaria, site, treinei e certifiquei o pessoal comercial interno e externo, acompanhando em prospecção e reuniões.
Fechamos a primeira venda dia 12/03/2009.
Mesmo com Carnaval e outros percalços, fechamos a primeira venda em 24 dias úteis trabalhados. Lembrem-se, comecei do ZERO absoluto.
Esta primeira venda, paga todos os investimentos feitos em pessoal, material de apoio e a consultoria. Não paga os altos investimentos que a empresa fez em equipamentos, pois se trata de um laboratório analítico e ambiental.
Só para destacar, também não sabia nada da atividade, público alvo, mercado potencial, nada mesmo.
É um mercado bastante concorrido, mas conseguimos nos destacar pelo método de abordagem diferenciado, fechando de cara uma grande conta.
Normalmente divido os projetos em 3 fases – desenvolvimento comercial (incluso todo o trabalho acima), capilaridade (parcerias, eventos, etc.) e gerencia comercial terceirizada (acompanhamento e melhoria contínua). Dei por concluída a 1ª. Fase e iniciei as 2 seguintes.
Não vou entrar em detalhes, mas por conta de outro consultor em gestão, que após analisar o trabalho que desenvolvi, também verificando que não tínhamos qualquer contrato assinado (nem a proposta eu tenho assinada), decidiu junto á diretoria interromper o projeto até terminar a “reestruturação” da empresa, que não passa de uma redução de custo geral. Importante falar que o laboratório é filho de uma empresa maior.
A questão é que o processo de capilaridade já estava encaminhado, faltando apenas alguns detalhes, e a gerencia comercial terceirizada busca a melhoria contínua. Na prática, a equipe já pode andar com as próprias pernas, com risco de cair o desempenho, mas anda.
O consultor, vendo isto, aproveitou a oportunidade e me ferrou.
Suspenderam o último pagamento, quebrando minhas pernas este mês.
Ainda estou tentando negociar um parcelamento maior, mas não acredito muito, na realidade, se decidirem não pagar, não vão pagar ... como vou cobrar?? Nada tenho documentado.
Vou tentar levar no banho-maria até receber tudo.
Desculpem o desabafo, mas acredito que vários já passaram por isso.
O que muda no meu dia-a-dia??
SÓ COM CONTRATO, PROPOSTA, EXAME DE SANGUE, DNA, NOTA FISCAL, BOLETO BANCÁRIO, RG, CPF, FOTO DO PAI E DA MÂE, TUDO EM 3 VIAS, COM CÓPIA AUTENTICADA E FIRMA RECONHECIDA (POR AUTENTICIDADE).
Como era sua aluna, ele decidiu não pedir o tradicional adiantamento de 40 ou 50%. Fechamos o negócio e começamos a trabalhar. Veja bem, a consultoria prevê que analisemos todas as variáveis possíveis envolvidas e diagnostiquemos a situação, recomendando uma série de medidas corretivas e/ou preventivas. Já assessoria inclui o trabalho da consultoria mais a implantação das soluções que se façam necessárias.
Ficou acertado que praticaríamos consultoria e meu parceiro faria o levantamento e análise financeiros. Ainda, inclui no pacote, a criação de todo o merchandising das lojas, com a programação visual desde placas (que eram de papelão recortado e escrito a pilot), até pirulitos de porta, baners de fundo de loja e vitrines, etc, etc, etc.
Após entregarmos a proposta de trabalho com todas as especificações do que nos caberia, fomos para a primeira reunião de trabalho. Chegando lá encontramos um amigo da proprietária que havia feito um curso (não sei se no SEBRAE da vida), e que se intitulou consultor financeiro. Após conversar descobrimos que ele nunca havia feito esse trabalho para terceiros.
Pois bem, esse "consultor" começou a nos tratar de forma arrogante e grosseira, nos espremendo para apresentarmos de cara a solução. Já viu ... Conseguimos mostrar que não trabalhávamos assim e ele a todo o momento dizendo que nosso trabalho era desnecessário.
Depois de três semanas, entregamos o relatório final e a criação de todas as peças de merchandising, além de criação de formulário de pesquisa e treinamento para aplicação da mesma, e eles falaram que não havíamos feito nada. Depois de muito disse me disse, mostrarmos a proposta entregue, explicar novamente em que consistia uma consultoria, eles postergaram o pagamento para mais 30 dias.
Pergunte o resto da história ... Trabalhar com pequenas empresas é assim mesmo! Existem os empreendedores que, independente de nível cultura e estudo, pensam grande e agem em conformidade com o seu tamanho, e os que infelizmente pensam pequeno e agem como se fossem grandes...
O artigo "O fenômeno do Twitter e a snack culture" (
http://www.ccrj.com.br/v2/opiniao/index.php?id_m=5477&idSecao=7) diz que o fenômeno Twitter pode ser descrito como Snack Culture (o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um mundo cada vez mais digital).
Realmente, tenho de admitir que se a pessoa não tiver orientação para marketing, o Twitter pode se tornar extremamente inútil.
Veja o que Tripoli determinou como benefícios da ferramenta no artigo acima:
- Pesquisar o que estão falando da sua marca ou do seu produto. Para isso, basta entrar no search.twitter.com;
- Abrir um canal de comunicação e suporte aos seus consumidores, como fez a Comcast, maior operadora de TV da cabo dos EUA;
- Divulgar conteúdos e informações em primeira mão para os consumidores que optarem por te seguir, como fez o canal Telecine;
- Transmitir ofertas de produtos e promoções, como Amazon;
- Prestar serviço, informando, por exemplo, cancelamento de vôos, como fez a Delta.
Acrescento mais:
- Dar Dicas de organização pessoal como faz o http://www.lelilas.com.br/;
- Divulgar novos posts no seu blog (use o Twitter Feeds);
- Divulgar promoções relâmpago (por exemplo, seu site está fazendo uma promoção que irá se iniciar daqui a cinco minitos e durará uma hora);
Vou pensar e prometo que posto mais idéias!
Qual será a próxima revolução midiática de depois de amanhã?
Se eu estivesse no Twitter, postaria: “Estou ouvindo Soldier Lips (Lábios guerreiros) do Lobão e Bernardo Vilhena". E como o Twitter pode ser útil? (http://schiratodesk.blogspot.com/2009/04/o-que-e-twitter-e-como-pode-ser-util.html).
E o Lobão, o que tem a ver com tudo isso? Tudo! Não que tenha sido o primeiro a desafiar o mercado de distribuição de massa, mas talvez o primeiro a desafiar as grandes players do mercado fonográfico.
Mesmo que antes disso já existissem bandas divulgando e vendendo seu trabalho de forma independente na internet, colocar seus CDs vendendo junto com a revista Outra Coisa (que ele mesmo criou) nas bancas de jornal, foi o rompimento definitivo de paradigmas para o 3º P de Marketing: Praça (distribuição).
Lobão mirou e acertou em uma segmentação de mercado composta por jovens que consomem conteúdo dirigido e alternativo em relação ao que toca nas rádios. Esse projeto tem mais de dez anos, e hoje já foi superado pela capacidade da internet entregar esse mesmo conteúdo de forma muito mais barata e conveniente.
Tudo o que disse acima foi para chegar à dica de livro, que é um 'must' no meio de comunicação em geral: A Cauda Longa de Chris Anderson. Consegui uma versão (completa) educativa e autorizada para distribuição com fins educativos.A Cauda Longa é a mais aceita teoria acerca da hiper-fragmentação de mercado, representada por mini-nichos. Logo no começo, Anderson fala do caso da Ecast, uma ”espécie de jukebox digital”. Primeiro ele exemplifica com um caso do mundo offline:
“Metade dos 10 mil livros mais importantes de uma livraria típica não vende um exemplar por trimestre.. O mesmo se aplica aos 10 mil CDs mais vendidos do Wal-Mart. Na verdade, o Wal-Mart nem tem essa variedade de CDs”.
Então, ele passa a falar da Ecast:
(...) À medida que a empresa adicionava novos títulos às suas coleções, bem além dos níveis de estoque da maioria das lojas, entrando cada vez mais fundo nos nichos e nas subculturas, as vendas aumentavam cada vez mais. E quanto maior a variedade, maiores as vendas. A demanda por músicas que não estão nas paradas desucesso parece ilimitada. É verdade que essas músicas não são vendidas em grandes volumes, mas sempre sai alguma coisa. E como elas não passam de bits num banco de dados, cujo armazenamento e entrega custam praticamente nada, a soma dessas pequenas quantidades acaba gerando volumes significativos.
Cauda Longa Completo
(http://www.esnips.com/doc/c930f4d1-0c44-497a-a8d6-bf113fe0268a/A-Cauda-longa---Chris-Anderson)
Síntese sobre o Teoria da Cauda Longa:
(http://www.narrowcast.com.br/2008/01/29/cultura-
livre-das-restricoes-criadas-por-interesses-comerciais
-sobre-%E2%80%9Ca-cauda-longa%E2%80%9D-de
-chris-anderson-3-de-4/)
Há uns posts atrás, publiquei o Mapa de Divulgação de Blogs na sua versão 2. Ao postá-lo em no grupo de discussão Empreendedores do Brasil (www.EmpreendedorBRasil.com.br), recebi dicas de como maximizar a visitação de um blog. Conforme for conseguindo, vou introduzindo as modificações e incrementos sugeridos.O Robespierre, do site www.technewsbr.com, deu umas dicas muito legais para aumentar o tráfego do seu blog. Esse grupo é realmente uma ferramenta de troca de conhecimentos incrível!
OBS: o diálogo descrito abaixo aconteceu no grupo de discussão Empreendedor BR.
Sugestão 1
Robespierre: Cadastro em buscadores: só ajuda se você tiver conteúdo. Senão eles não terão o que buscar. Publique sempre, mantenha o blog ativo e eles acham você. Se os leitores gostarem do que você escreve, os buscadores terão cada vez menos importância. Seus fãs irão saber onde você está.
Sugestão 2
Robespierre: Serviços como Youtube e Flickr têm seus próprios "índices de audiência", não necessariamente irão impulsionar o seu blog. Tenho um vídeo do piada.net com mais de 100 mil visualizações, praticamente com vida própria.
Comunicar & Vencer: Você disse que you tube e o Flick têm seus próprios índices de audiência. Existe uma maneira de aumentar minha audiência nesses índices? Fazendo uma campanha de marketing viral?
Robespierre: Marketing viral não é a minha praia, mas algumas coisas eu sei. O que eu faço é criar um nome chamativo, incluir o endereço do blog na descrição do vídeo e várias tags para que apareça bem no Google. O maior problema do YouTube é que não tem como fazer um link para o seu blog (até onde eu sei) assim se o camarada assiste seu vídeo, ele vai ter digitar no browser o endereço do seu blog. E internauta é meio preguiçoso... :) . Boas ferramentas do Youtube para aumentar o rendimento dos seus vídeos são:
- a criação de um canal próprio e
- colocar um player com apenas seus vídeos no seu blog (como fiz aqui www.piada.net/video). E claro, postar o seu vídeo nos artigos do blog também ajuda.
Sugestão 3
Robespierre: Divulgação em grupos de discussão e redes sociais tem o alcance limitado pelo número de participantes da comunidade aonde você faz a divulgação e que está efetivamente interessado no seu trabalho: depois da curiosidade inicial a freqüência cai.
Sugestão 4
Robespierre: Troca de links funcionam bem. Existem várias formas: referências a outros sites nos seus posts; serviços automáticos de troca; entrar em contato com donos de outros blogs ou sites diretamente para parceria; comentar os artigos em outros blogs indicando o seu; formar um blogroll (uma lista de links, muitas vezes com banners) de blogs parceiros ou com afinidade ao seu, etc... A idéia é que se a audiência ver seus parceiros, ela acha você.
Comunicar & Vencer: O que são serviços automáticos de troca de links? É tipo afiliação?
Robespierre: Um serviço automático de troca de troca de link funciona através de um widget que exibe o seu link na página de um parceiro enquanto você exibe a dele na sua e o sistema se encarrega de trocar os links entre voce e os outros parceiros. Um que me deu retorno foi este (mas você terá que criar um banner): http://www.temas.burajiru.blog.br/trocabanner-120
Sugestão 5
Robespierre: Sites de divulgação de blogs: funcionam como blogs parceiros, eles divulgam mais você se você divulgá-los também. Muitos destes sites têm widgets como o que você usou para o BlogBlogs. Como o Technorati, o Blog Catalog, Alexa e o MyBlogLog.
Comunicar & Vencer: Além do Blogblogs, vale a pena trabalhar o Technorati, o Blog Catalog, Alexa e o MyBlogLog que você recomendou?
Robespierre: Muitos serviços usam o Technorati como referência (este p.ex. http://www.dnscoop.com/) e ele te ajuda a ver quem está linkado a sua página. O Blogcatalog mais do que a promoção do blog em si, é recanto de blogueiros, para troca de links, opiniões, dicas, etc.. O Alexa é o "ibope" da internet por excelência. O MyBlogLog trata mais do seu perfil pessoal na web, funciona como um Orkut aberto, e permite que crie comunidades e divulgue outros serviços associados (como o YouTube). É do Yahoo.
Sugestão 6
Robespierre: Coloque categorias, links, arquivos, widgets, em uma coluna lateral. E um "Buscar". O visitante não vai ter a paciência de olhar todo o seu blog atrás de algo. Facilite o máximo ou ele irá embora.
Comunicar & Vencer: É difícil colocar um ‘buscar’ no meu blog? Como faço isso?
Robespierre: Eu uso o WordPress em um servidor pago, para ter liberdade total. Só fiquei no Blogger enquanto arrumava a casa. Me esqueci que na linha do topo já tem um "pesquisar blog", por isso ele nem aparece nos "Gadgets".
Sugestão 7
Robespierre: Preocupe-se em divulgar os seus artigos e não seu blog! Faça de cada post chamariz para o resto do blog. Use Digg, FeedBurner, Addthis, Ocioso, etc... Use e abuse de "tags" (palavras-chave) para cada post. Facilita os buscadores e a procura direta por um assunto específico. Muitos divulgadores usam as tags como referência. Descobri recentemente o
www.ocioso.com.br deu grande impulso nos meus blogs. E cadastrei lá apenas dois posts.Comunicar & Vencer: Você disse para fazer “cada post um chamariz para o resto do blog”: a pessoa cadastra apenas as palavras-chaves do seu artigo no Digg, FeedBurner, Addthis, Ocioso, etc?
Robespierre: Depende do serviço. Geralmente cadastre as palavras apenas nos "Marcadores para esta postagem". Alguns serviços lêem esta informação (como o BlogBlogs) outros não. no Digg você clica numa categoria. Aqui você encontra alguns botões: http://www.badged.net/
Comunicar & Vencer: Como colocar o addthis em baixo de cada post? Isso é possível em um blog do blogspot?
Robespierre: Sim. Ele tem uma versão para o Blogger. No modelo do post.
Sugestão 8
Robespierre: Responda sempre os comentários! Os visitantes querem ver que você liga para o que eles dizem. Cria fidelidade.
Sugestão 9
Robespierre: Entenda o seu público! No TechnewsBR eu desisti de falar de mercado de trabalho e empresas de informática, pois pouca gente acessava. Então, passei a falar de novidades de serviços e produtos com comentários sobre as empresas que os produzem e o acesso melhorou.Espero que as dicas ajudem. Para ver exemplos, visite os meus blogs.
E aí vão os sites do Robespierre:
Falta de verba e crises econômicas podem deixar o empresário realmente enlouquecido entre executar as tarefas do dia-a-dia e, ainda, tentar se programar para o que vem. Isso é fato. Mas é fato também que nenhum problema impede a empresa de ter e realizar um planejamento de marketing eficaz. Este é o melhor caminho para você deixar de apagar incêndios praticamente todos os dias.
Peço que pesquise, a vontade, todos os negócios de sucesso que quiser e veja se eles tinham alguma espécie de planejamento de marketing, ou apenas encaravam o mercado de frente, sem objetivos e metas, estratégias e táticas traçadas. Como você bem sabe, ter um plano de marketing de qualidade é encarar o mercado com seus desafios e competição de forma profissional. Diria que marketing significa tratar o mercado de forma profissional.
O que digo a você é que com um planejamento estratégico de marketing, sua empresa vai poder visualizar claramente:
- os fatores-chave do seu sucesso,
- suas potencialidades,
- suas vulnerabilidades,
- suas oportunidades,
- as ameaças externas,
e, mais importante ainda,
- seus diferenciais competitivos.
INI Rio
O INI Rio (Instituto Índio da Costa) foi criado para que idéias possam vir a se tornar realidade. Tony Nardini, assessor do Deputado Federal (RJ) Índio da Costa, mostrou que o político atual deve estar conectado com seus públicos.
Tony Nardini disse que o INI Rio tem um programa de capacitação de empreendedorismo para baixa renda, para o qual me ofereci para palestras gratuitas. Fica a dica: quem quer ajudar o empreendedorismo nacional e ao mesmo tempo fortalecer seu currículo pode também contatar o instituto (21) 2215-4108.
Caderno Digital: A evolução
Rawlison Terrabuio trouxe o interessantíssimo Caderno Digital, que é um projeto criado no Paraná e que pode ser implantado em todo o país.
Só para ilustrar a importância do projeto do Rawlison, vou contar uma pequena estória pessoal: Quando tinha 16 anos e cursava o antigo científico, os alunos da minha turma, comandados pelo representante, levantaram um protesto contra o professor, dizendo que o seu método era deficiente e os alunos não conseguiam acompanhar. Depois de muitos colocarem suas opiniões, o próprio professor perguntou o que eu achava.
Todo o sistema se baseia no ensino industrial, ensinando massas de conteúdo para massas de pessoas, sem o mínimo de personalização ou integração com a realidade. Bomba lançada, vamos voltar ao que o palestrante Rawlison Terrabuio nos trouxe no Epicentro ...
Além de conhecermos a capacidade de apresentações multimídias (são muito mais ricas para o aprendizado), o sistema não permite que o aluno copie e cole textos quando for fazer trabalhos. Assim, mesmo que ele busque o conteúdo na internet, ele é obrigado a pelo menos (se for copiar o que encontrou) digitar tudo de novo.
O sistema também permite que as editoras e autores possam produzir muito mais conteúdo (não impresso e incluindo textos, imagens e vídeos), evitando os custos excessivos do material impresso, barateando todo o processo educacional, além de prover os alunos com um material muito mais rico didaticamente.
Será que o Rawlison vai conseguir implantar esse projeto em toda a rede de ensino pública do Paraná e depois do país?
Boo-box e seus investidoresO boo-box é uma realidade que partiu da idéia de um jovem de 22 anos. Marco Gomes, estudante de publicidade em São Paulo, apresentou a palestra "O médio não é ótimo: Comunicação customizada para internet".
Marco simplesmente criou a boo-box: um sistema de publicidade para as mídias sociais (Orkut, Linkedin, etc). Ela consiste numa caixa de anúncios altamente personalizada e relevante de publicidade para o internauta.
Mas a idéia só se tornou realidade porque ele conseguiu quem investisse em seu projeto. Ele conseguiu um Venture Capitalist (http://comunicarevencer.blogspot.com
Boo-box: http://boo-box.com/site/
Educação 2.0: de ABC a marketing
Gabriel Peixoto, apresentado pelo Ricardo Jordão (realizador do Epicentro) como o “blogueiro mais chato do mundo” e mais participante nos comentários do Biz Revolution, defendeu a idéia de que se deve utilizar conceitos e ferramentas de marketing na educação. Ele diz que a educação como é realizada (o que concordo historicamente com ele!) é descontextualizada e de pouco produtividade.
Gabriel afirmou que devem ser utilizadas técnicas de Telling Stories, transformando o conteúdo educacional em algo que vai permitir a potencialização do aprendizado porque passará:
- a fazer sentido (relevância) e

Depois foi a vez de Marco Antonio Gonçalves, da Gonçalves e Gonçalves Marketing Jurídico, fazer sua apresentação. Já eram mais de 9 da noite e ninguém ‘arredava o pé’. Ele disse que os profissionais jurídicos ficam ‘facejando’ o seu trabalho (afazeres próprios do dia-a-dia de um advogado) e se esquecem de pensar seu negócio: não param para refletir, planejar.
Marco Antonio expôs um estudo de caso em que o escritório de advocacia perdeu seu último grande cliente, o qual representava 40% de seu faturamento. Mesmo assim não quis contratar serviços de marketing dizendo que ‘sempre fez assim’.
Marco Antonio constata, ainda, que:
- falta mais atenção e relacionamento dos advogados com seus clientes;
- a maioria dos escritórios não funciona como uma empresa. Ora, se não é uma empresa como pode atender uma empresa? Os clientes (empresas) dizem que os advogados não entendem como os seus negócios funcionam. O que um cliente empresarial espera:
- Ele quer enxergar um prestador de serviços terceirizados como sendo alguém como ele, ou seja, um escritório de advocacia que funcione como uma empresa.
- Ele quer ver o direito aplicado a seus negócios, ou seja, é necessário muito relacionamento para que um escritório de advocacia possa personalizar seus serviços para cada cliente. Por exemplo, uma empresa de telecomunicações: ela concorre com que tipos de negócios e tecnologias? E uma empresa de transporte aéreo? E uma loja de shopping?
IT Mídia
Por fim, foi a vez da anfitriã, IT mídia, fazer sua apresentação. Miguel Petrilli, um dos sócios, trouxe a revista Byte para o Brasil que foi vendida em 1997 para a Editora Globo. Fundou a IT Mídia que segmentou seu mercado para a geração de conteúdo empresarial (B to B).
A missão é a geração de conteúdo para aproximar e desenvolver pessoas, e para gerar negócios. Se for para verificar a coerência de seus atos e sua missão, a IT Mídia está no caminho certo ao ceder seu espaço para a realização do Epicentro: o evento trouxe conteúdo profissional, relevante e inovador, além de permitir a aproximação das pessoas e muitas trocas de cartões.
Petrilli ressaltou que pessoas éticas que geram riqueza sabem como distribuir essa riqueza. Por isso, para ele, somos responsáveis por provocar a atitude empreendedora nas outras pessoas. Dez!