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Síntese do profissional de comunicação na era do nexo


  • Sou um nexialista(*): descomplicador de caos! 
  • Qual é a minha essência criativa? 
  • Tudo é mídia (sociedade do espetáculo) 
  • Tudo é borda, princípio e fim interconectados de multi-pluri-hiper-exóticas disciplinaridades 
  • Vejo o conhecimento todo costurado em mosaicos fractais das emoções sinestésico-motora-espiritual 
  • O Photoshop é o Michelangelo brega do século 21 
  • Photoshopar é beijar os solavancos empurrados para frente, como o gato da Alice: se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve! 
  • O Photoshop faz o nexo, assim como o espetáculo faz a fragmentação 
  • O distúrbio da modernidade está contido nas paredes que cercam e molduram fragmentos desfragmentados 
  • Eu sou a ponte – o nexo – entre o desconexo e os fragmentos possíveis: energético-factuais 
  • Se sou a ponte – o nexo – sou também o fluxo: a ferramenta de fluxo filtrante e aviltante do novo e do que está por acontecer 
  • Tudo o que é o saber parametrado, diagnosticado, comunicado 

(*) Nexialismo: Termo criado por Walter Longo e Zé Luiz Tavares, e publicado no livro O marketing na era do nexo, Editora Best Seller 



Como o sol se põe em Bangladesh? 

Caótico. É assim que o sol se põe na capital de Bangladesh. Imagine milhares de pessoas se amontoando nas ruas com carros, carroças, táxis de empurradores, moto, bicicletas e toda a sorte de meio de transporte motorizado ou não!

Usei esse exemplo como uma metáfora para representar o nosso dia-a-dia hiper-comunicado do século 21. Os meios e veículos de comunicação não param de gerar informação e somos assolados por essa hecatombe desinformacional diária.

Meu cérebro convulso, apoplético e absolutamente mirabolantemente atormentado ainda não conseguiu sentir-compreender-amotinar uma saída razoável para o constante de contradições de uma era hiper-comunicada.

O brilhante livro O marketing na era do nexo¹, de Walter Longo e Zé Luis Tavares, traz essa incrível afirmativa: 
“Será que estamos mesmo conectados, ou somente transferindo impulsos desprovidos de sentido e conteúdo, demonstrando que estamos apenas alertas, que sua mensagem foi recebida com sucesso?”
Nós, produtores e consumidores de mídia, estamos convulsionando informações, vomitando o que não é possível digerir.

Assim, quando começo a formar um nexo sobre questões que preciso resolver criativamente, vem-me outra avalanche e me arrasta para outro lado e assim ad infinitum ...

Cultura da Convergência 

Um dos meus livros de cabeceira, Cultura da Convergência², de Henry Jenkins, que trata de toda essa revolução informacional a que estamos sendo expostos, analisa o sucesso dos realities shows, das estórias paralelas criadas pelos fãs de Guerra nas estrelas e Harry Potter, e como as pessoas se envolvem e criam conteúdo em torno desses sucessos de mídia, exponenciando a divulgação de forma viral.

Mas me permito discordar de Jenkins quando ele fala que (...)“As restrições de interatividade são tecnológicas. Em quase todos os casos, o que se pode fazer num ambiente interativo é determinado previamente pelo designer”.

As restrições à interatividade com conteúdos são humanas. Somos limitados e todos temos uma capacidade finita de acumular informações e conhecimento.

Por isso, ainda acredito que o pensamento estratégico é o que sempre ‘ganha corridas’. Longo e Tavares dizem: “(...) não tenha medo de ‘perder tempo pensando’. Na nova ordem econômica mundial que se aproxima, pior do que ficar para trás será acelerar sem nexo, no sentido errado”.

Qual o próximo passo: ou vai ficar menos complicado?

Basicamente, em termos de hiper-informação, dois questionamentos são fundamentais:

· Qual tipo de informação preciso para resolver meu problema?

· Onde encontrá-la (como encontrá-la e quais fontes são confiáveis)?

O site http://wiki.media-culture.org.au, uma espécie de enciclopédia wiki de novas mídias, fala com propriedade que “a convergência revolucionou e criou muitas novas tecnologias, mas nenhuma é tão visível quanto a telefonia móvel”.

Está ficando cada vez mais evidente que tudo caminha para os nossos aparelhos celulares. Julius Wiedemann³, na revista Wide (dirigida para os profissionais de comunicação e marketing), demonstra a força dos aparelhos celulares:

“O telefone celular é, segundo uma pesquisa da Nokia, uma das três coisas mais importantes que carregamos todos os dias, juntamente com as chaves de casa e dinheiro. Segundo a pesquisa, o telefone é que nos dá a sensação de segurança e de estarmos conectados ao mundo. Estamos com ele todos os dias e todas as horas... O futuro da internet está na mobilidade e numa recriação de como interagimos com conteúdo, com pessoas e com tudo o que está à nossa volta. 

Fiz um teste com alguns amigos e perguntei sem qual das três coisas eles, impreterivelmente, não sairiam para a rua: a resposta foi sempre o celular.

O que podemos fazer hoje com um aparelho de telefonia móvel e as possibilidades de agrupamento de novas tecnologias são incomensuráveis: o desaparecimento de cartões de débito/crédito e chaves substituídos pelo celular não estão longe de acontecer!
Tudo o que precisamos ter e saber vai estar em nossas mãos. Um jornalista da Wired (www.wired.com) disse: É claro que, após dez anos usando um telefone celular, o único número de telefone que me lembro é o meu e, mesmo assim, de uma forma meio nebulosa.

E você: até onde vai sem o seu celular?

Fontes bibliográficas 

¹ O marketing na era do nexo - Walter Longo e Zé Luis Tavares

(http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1857684328&estado=26&cidade=971&ordem=prec)

² Cultura da Convergência - Henry Jenkins

http://www.submarino.com.br/busca?q=Cultura+da+convergencia+Henry+Jenkins&dep=+&x=0&y=0

³ Julius Wiedemann – Os blocos pré-moldados e a democratização da informação – Revista Wide / jan-fev-2011 

A delícia de empreender em cupcakes



Uma nova tendência que está se espalhando rapidamente são os cupcakes, aqueles bolinhos doces que todo policial americano de filme é viciado.

Vou iniciar com uma loja de cupcakes que não é franquia, a Cups & Co, que inaugurou sua primeira há pouco mais de um mês. A loja é tão bem feitinha que até pensei se tratar de uma franquia.

Na foto abaixo, você pode ver o cuidado na criação dos expositores de produto. O acrílico é recortado exatamente para caber um cupcake, criando uma aura de exclusividade. Quase como se cada um fosse feito para você.

Outro detalhe é o expositor circular até o teto. Repare como ele cria uma sensação de tridimensionalidade.



A ciência da exposição de produtos prova que muitos detalhes podem fazer toda a diferença para o sucesso de uma negócio. Ainda  mais, um negócio voltado a públicos mais exigentes e exclusivos.

Se quiser se aprofundar, e muito, nesse assunto, veja o livro “Vamos às compras” de Paco Underhill.


A localização da Cups & Co. também ajuda a dar uma cara de loja de bairro. Com uma largura pequena (e ideal) e localizada em uma rua lateral, mas próxima a avenida principal do Leblon, a loja tem um charme todo especial. Tanto que, pesquisando outros blogs encontrei o “A gente não quer só comida”, que falava:

“Ontem sai do trabalho 15hrs e fui dar uma volta no shopping leblon com minha amiga cissa! Paradas no sinal da Rua Alm. Pereira guimarães, olho pro lado e vejo uma loja só de cupcakes. Nossa primeira reação foi! "vamos parar o carro aqui agoraaaa", e foi exatamente o que fizemos. Uma loja super fofa, ao contrário desses quiosques espalhados por ai. A loja é pequena e acolhedora. Foi um pouco difícil escolher, na verdade eu queria TODOS.”


Inauguração e evento

Já é sabido que o bom empreendedor “faz” a oportunidade. A loja estava aberta em torno de um mês e a proprietária é frequentadora do movimento poético Corujão da Poesia. Ao saber que a livraria onde o Corujão pe realizado há cinco anos foi fechada, ela prontamente ofereceu seu espaço para ‘socorrer’ o evento.

Não só ela conquistou novos clientes que passaram a conhecer sua loja, como também, por causa desse evento eu fiquei sabendo e estou escrevendo esse post!

Em marketing, nem tudo é venda. É construção e manutenção de marca para aumentar a longevidade e lucratividade do negócio. Resultado: os poetas encheram a loja dentro e fora, nas mesinhas na calçada!


Site da Cups & Co: www.cupsandco.com








Franquia de Cup Cakes

Pelo que parece, no Rio de Janeiro, a franquia de cupcakes que saiu na frente é a Vintage. Ela já abriu lojas no Barra Shopping e no Shopping da Gávea.


No Barra Shopping o formato é o de quiosque que, no caso de shoppings com custos altos de aluguel e luvas, talvez represente o melhor modelo a ser adotado. O próprio site da Vintage (www.vintagecupcakes.com.br) disponibiliza apenas a opção quiosque, o que não descarta necessariamente a opção loja, e diz que o investimento da operação gira em torno R$160.000,00 a R$ 200.000,00.

Esse pode não ser o caso do pequeno empreendedor, mas vale a pena ter idéia do quanto está custando o investimento em uma franquia de ponta nesse segmento.

O site da Vintage descreve seu posicionamento de marca através do seguinte texto: 
“O tempo corre. E, sem perceber, você atrás dele. A obrigação da pressa consome o dia a dia. É preciso que o tempo ganhe tempo. Se fosse possível pará-lo só um pouquinho. Sair dessa rotina por um instante que desse. Entrar em um outro mundo, quem sabe. Agora, você pode. O que você precisa está nas suas mãos. Mas só não pode deixar pra depois. O tempo passa. E sem querer já foi.” 

Idéia de promoção no Facebook

A Bake My Day é uma marca portuguesa especializada na produção e venda de Cupcakes e Cookies. Ela criou uma campanha promocional especialmente para o Facebook.

O nome da campanha é Smash! Day. Para cada 5.000 novos fãs na página oficial no Facebook da marca, registados entre 15 de janeiro até 27 de Fevereiro, a Bake My Day oferece, no dia 28 de fevereiro (Smash! Day), 0,50 euros de desconto em todos os seus cupcakes e cookies.

Os descontos dependem do número de fãs angariados. Para 25.000 fãs – TUDO GRÁTIS; 20.000 fãs – 2,00€; 15.000 fãs – 1,50€; 10.000 fãs – 1,00€; 5.000 fãs – 0,50€.

Abaixo reproduzo o regulamento da campanha, publicada no site português Marketeer: 

REGULAMENTO (no facebook)

Para garantir que a promoção cumpre os seus fins, este regulamento vem reger a Campanha de Facebook em larga escala da Bake My Day, intitulada “SMASH! DAY”, cujo objectivo é, com a ajuda dos fãs da marca entre 15/01 e 27/02, determinar os descontos a aplicar em todas os Cupcakes e Cookies no decorrer do dia 28 de Fevereiro de 2011.

Objectivo

Dar aos fãs e clientes em geral um dia único e especial, 28 de Fevereiro de 2011, com altos descontos em produtos Bake My Day, ou até mesmo TUDO à BORLA, através do aumento do número de fãs da página www.facebook.com/bakemyday. Só depende de ti e dos teus amigos teres Cupcakes e Cookies à borla no dia 28 de Fevereiro!!

Mecânica e Regras da Campanha

Entre 15 de Janeiro e 27 de Fevereiro, por cada 5.000 novos fãs na página, angariados através dos convites enviados pelos actuais fãs da página, a Bake My Day oferece 0,50€ de desconto directo em todos os seus Cupcakes e Cookies, no decorrer do “SMASH! DAY”, a 28 de Fevereiro de 2011.

Assim, neste dia os Cupcakes e Cookies em todas as lojas Bake My Day estarão à venda com um desconto único de 0,50, 1,00, 1,50, 2,00 ou TUDO à BORLA, dependendo do número de fãs angariados.

O ponto de partida desta promoção são 10.459 fãs à data de 15 de Janeiro. Para efeitos desta promoção apenas são contabilizados os fãs adicionais acima deste ponto de partida.

Pirâmide de descontos:

25.000 fãs – TUDO à BORLA
20.000 fãs – 2,00€
15.000 fãs – 1,50€
10.000 fãs – 1,00€
5.000 fãs – 0,50€

- A Bake My Day não coloca entraves à criatividade e dinâmica de todos os fãs para angariação de novos membros.

- O número de Cupcakes que poderão ser comprados com desconto no decorrer do “SMASH! DAY” é limitado ao número de produtos que o cliente que os adquire conseguir levar nas duas mãos, sem o auxílio de qualquer tipo de adereços ou sobreposição. O número de Cookies é limitado a uma Cookie por cliente, devido à sua produção limitada.

- No caso de a quantidade total do desconto ultrapassar o valor de venda do produto, o produto será vendido à BORLA (não havendo lugar a pagamento da diferença em dinheiro por parte da Bake My Day).

Para situações omissas neste regulamento, a Bake My Day reserva-se a direito de decisão, sendo que os fãs poderão reportar as suas questões para bakemyday@bakemyday.com ou através de comentários nesta página.


Veja também:

Como minimizar o caminho dos pequenos empreendimentos na busca da lucratividade






Lojas comerciais abertas no lugar de outras que se fecharam

Acredito que uma das principais características de um bom profissional de marketing (e do empreendedor também) é a curiosidade.

Saber o que está acontecendo no mundo não apenas em termos de notícias, mas também em termos do motivo, do porquê das coisas acontecerem, as causas de novos comportamentos sociais, quais tendências políticas, econômicas e sociais estão em vias de crescer e diminuir, são elementos essenciais para a profissão do profissional de marketing.

Uma coisa que me intriga muito é quando vejo uma loja se fechar, as que se abrem em seu lugar, e também porque uns negócios dão certo e outros não. São os mistérios dos pontos comerciais. Encontrei um artigo em inglês de um colega de profissão, Peter Korchnak, com o mesmo tipo de curiosidade.

Então tomei a liberdade de fazer uma versão resumida e em português e no final coloquei o link para o artigo original. Aliás, quem quiser reproduzir meus posts, sinta-se a vontade! Peço apenas que coloque o link de volta para meu blog e a gentileza de adicionar minha minibio (na coluna a direita, no Quem Sou).

Segue a versão resumida:
“Eu adoro conversar com proprietários de novas lojas abertas, particularmente aquelas abertas no lugar de outras lojas recentemente fechadas.
Por exemplo, a nova Open Space Cafe (http://www.openspacecafe.com/Home_Page.html), em Portland (EUA), aberta no local onde anteriormente funcionava a Funky Door Cafe. 
Megan, proprietária, disse que o antigo dono decidiu não renovar seu contrato e ter tempo livre para escrever um livro. Além disso , quando a Funky Door Cafe viu seus negócios declinando por causa da recessão de 2009 (que abateu principalmente os EUA e a Europa), eles cortaram reduziram o horário de funcionamento o que aumentou o declínio das vendas. 
Em vez de cortar custos, Megan acreditou que o caminho seria expandir a sua oferta, agregando serviços, novas opções e itens do menu. Ou seja, acreditou em reforçar a sua comercialização para ir contra tempos difíceis.
Outro empresário com quem falei recentemente teve um declínio acentuado nos negócios nos últimos dois anos. Agora ela tinha os piores dois anos em mais de vinte, fazendo apenas um quarto de seu faturamento recorde. Sua solução? Ao contrário de muitos outros em seu segmento, que pararam ao invés de lutar para sobreviver, ele está incrementando seus esforços de marketing através do redesign da sua marca e desenvolvendo um plano de marketing para expansão”.


Daí, fui pesquisar sobre Open Space Cafe. Ele se descreve assim:

Open Space é um café simples com um conceito simples ... As decisões relativas a todas as facetas do negócio seguem a premissa básica da consciência ambiental, sustentabilidade e proximidade. Apesar de nossas operações poderem ser de um padrão normal para cafés do nosso tipo, nossas intenções são sinceras. Servimos café, cocktails e uma variedade de alimentos locais manufaturados ou caseiros com ingredientes básicos, com o mínimo de embalagem de empresas alinhadas com nossos valores...
Como o menu cresce e os nossos clientes compartilham suas idéias e expectativas, tentamos provê-los com as características de um típico café de bairro que as pessoas desfrutam, mantendo o nosso desafio pessoal para se tornar um posto de informações ecológicas e um exemplo de sustentabilidade.
Em cooperação com o Portland Master Recyclers, o Portland Audubon Society, o Native Plant Society Portland Master e muitos outros grupos ambientais locais e nacionais, nos esforçamos para fornecer impressos, programações de eventos e oportunidades de networking para a nossa comunidade. 
Sinta-se a vontade para entrar em contato conosco com idéias, questões e reclamações, através do telefone ou internet. 

Algumas ações do Open Space:

- Os clientes podem submeter suas receitas que podem ser integradas ao cardápio. Por exemplo, o concurso atual é de receitas de Bloody Mary. Elas podem ser enviadas por e-mail ou pelo Facebook.

- Além disso, o Open Space tem uma agenda de eventos, shows e exposições de arte como, por exemplo:
  • No dia 22 de abril (Dia da Terra) foi realizado um Eco-evento com informações de reciclagem, coquetéis orgânicos, performance musical e receitas ecológicas de material de limpeza. (Eles marcaram todos os sábados de abril para avaliar pessoas da comunidade que queiram se apresentar no evento).
  • Convocação para passeio a parques e captação de dinheiro para uma associação de proteção a espécies animais nativas.
  • Mostras de arte com materiais reciclados.
  • Se você conhece algum caso similar ou tem mais idéias, comente ou me envie um e-mail! Posso escrever sobre o seu caso!

Empreendedor: Do que você precisa para começar certo?

Direto ao ponto: você precisa de um plano de marketing profissional, escrito por quem tenha uma clara e lúcida visão de mercado baseada em experiência, testes e pesquisas.

E o que ele poderá te dar?

O objetivo não pode ser outro que não vendas. Só que as vendas não ocorrem como um passe de mágica. A mídia alardeia casos de sucesso instantâneo. A maioria, não mostra o trabalho de base que foi realizado para que a explosão viesse a acontecer.

E quando a explosão é instantanêa, pode-se considerá-la como a exceção das exceções.


Um plano de marketing profissional gerar, como principais benefícios:

- a integração de estratégias, táticas e ferramentas de marketing;

- a diferenciação de mercado / desenvolvimento de identidade / construção e fixação de marca.


Você pode e deve ter um plano de marketing

Um plano de marketing pode ser simples e funcional. Integrando todas as peças e ferramentas de comunicação através de uma estratégia sólida, sem as complicações criadas pelos estudos gigantescos de mercado feitos pelas grandes empresas, você pode utilizar a internet de uma forma acessível em termos de custos e dificuldades técnicas.

O que estou querendo dizer é que integrar seu site, blog, mídias sociais, ranqueamento no Google, e todas as possibilidades online podem ser feita de uma maneira estratégica, altamente eficaz e sem complicações.

Você já reparou que entre todos os professores que teve, os que mais sabiam eram aqueles que apresentavam a matéria da forma mais simples e descomplicada possível. È, quem sabe, não complica.

Ter um profissional que seja estrategista de marketing e tenha experiência em vários tipos e segmentos de negócios pode ajudar a clarear suas idéias e até evitar erros e perdas de tempo.

Um plano de marketing bem desenhado e implementado pode:

A) incrementar:

- suas vendas e vendas cruzadas,

- o valor de cada venda,

- o número de indicações e boca-a-boca,

- o número de inscrições em seu boletim (criação de uma lista de contatos valiosa),

- o número de Links em outros sites, blogs ou mídias sociais direcionados para seu site/blog,

- o alcance de maior número de clientes potenciais.

B) reduzir:

- o tempo do ciclo de vendas (do primeiro contato ao fechamento da venda),

- os custos e os processos de trabalho,

- reclamações dos clientes.


De uma maneira geral, o empreendedor ou profissional independente que não tem um plano de marketing pode até ver seu negócio crescer, mas isso acontece de uma forma desorganizada e em parte ao acaso.

Ele também não sabe como gerar tráfego no seu site e usá-lo para gerar clientes potenciais de uma forma estruturada.

Também pode não conhecer os passos para, com pequenos orçamentos, divulgar seu negócio com eficácia e consistência.

No sentido de evitar erros e milhões de testes (que vão lhe custar muito dinheiro), contratar serviços especializados podem garantir o sucesso do seu negócio.

Posso dizer que já atendi diversos tipos de negócios, fiz muitas pesquisas, testei fórmulas prontas e outras que criei, e descobri que os princípios estratégicos funcionam e as táticas são específicas e variam de segmento para segmento e até para dois negócios do mesmo ramo.

E, principalmente, empreendedor: estude, leia, pesquise, faça cursos, participe de seminários e feiras.

BOA SORTE: Sorte muito mais calculada e preparada! 

Marketing de conteúdo é o futuro-agora! Parte II


Conversar com os clientes. Prática mais que milenar através da história do comércio pela humanidade. Mas alguns especialistas dizem que saber conversar com seu s clientes é fundamental nos tempos de marketing na internet.

Digo, estabelecer uma conversação com seus clientes através das mídias sociais como Facebook, Orkut, etc, passaram a ser fundamentais para a rentabilidade e crescimento de muitos tipos de negócios.

Só não podemos limitar o conceito de conversação nas mídias sociais a bate papo, diálogos e etc. Na verdade, existe uma peça fundamental para que a conversação seja eficiente, retenha as pessoas em torno de sua empresa e produtos e atrai ainda mais contatos: geração de conteúdo.


Approach educativo

Vale dizer que as empresas e profissionais de marketing devem seguir na direção de um approach educativo. Prover seus clientes com informações mais detalhadas (mas de uma forma sedutora e interessante), sem ser cansativo, pode além de cativar seus clientes, gerar maior credibilidade me torno de sua marca.

Uma pesquisa feita pela SiriusDecisions, uma empresa de pesquisa e consultoria, fez uma estimativa de que, até 2015, o conteúdo vai gerar mais de 75 % dos clientes potenciais na internet.


Acreditar e pesquisar requisitos são fundamentais

Antes de começar a pensar em criar conteúdo para seus produtos/serviços, você tem de acreditar e muito neles. E conhecer bem seus produtos.

Vamos usar o exemplo do famoso caderninho de bolso Moleskine.


Minhas anotações

Você pode criar conteúdo em torno de seus produtos/serviços sobre:

1 - O que eles são de fato (ver a
história da Moleskine)

Como surgiu, artistas consagrados que a usavam para registrar idéias, textos e desenhos, etc).

2 - Como são feitos (qualidade, características, etc)

No caso da moleskine, além, de eventos e exposições de arte criadas por artistas do mundo todo incluindo seus produtos, ela ainda ensina a fazer novas páginas e reciclar o seu Moleskine quando as páginas acabarem. Ainda existem Moleskines específicos para registrar receitas, para com mapas de cidades para turistas, agendas e notas, etc.

Existem também contribuições de clientes como, na foto abaixo, onde foi colada com durex uma espécie de bolso para cartões de visitas.



Bolso para cartões de visitas

Além disso, existem modelos prontos para você baixar e imprimir, e colar no seu Moleskine (imagem abaixo).
 

Alguns exemplos são:

- Páginas panorâmicas da semana


- Meus websites favoritos


-  Cronograma mensal com aba para colar e linha para dobrar ao meio



3 - Como podem ser usados e o que o cliente ganha ao os adquirir (você tem de saber o porquê seus clientes comprariam seus produtos. Veja o vídeo que o pessoal da Moleskine criou:

http://www.youtube.com/watch?v=Cyd151YuP7M&feature=player_embedded


Na terceira parte vou mostrar alguns exemplos de criação de conteúdo de trabalhos recentes que fizemos. Até!

Lojas comerciais abertas no lugar de outras que se fecharam

Acredito que uma das principais características de um bom profissional de marketing (e do empreendedor também) é a curiosidade.

Saber o que está acontecendo no mundo não apenas em termos de notícias, mas também em termos do motivo das coisas acontecerem, as causas de novos comportamentos sociais, quais tendências políticas, econômicas e sociais estão em vias de crescer e diminuir e porque, são elementos essenciais para a profissão do profissional de marketing.

Uma coisa que me intriga muito é quando vejo uma loja se fechar, as que se abrem em seu lugar e também porque uns negócios dão certo e outros não. São os mistérios dos pontos comerciais. Encontrei um artigo em inglês de um colega de profissão, Peter Korchnak, com o mesmo tipo de curiosidade.

Então tomei a liberdade de fazer uma versão resumida e em português e no final coloquei o link para o artigo original. Aliás, quem quiser reproduzir meus posts, sinta-se a vontade! Peço apenas que coloque o link de volta para meu blog e, se puder, a gentileza de adicionar minha minibio (na coluna a direita, no Quem Sou).

Segue a versão resumida:

“Eu adoro conversar com proprietários de novas lojas abertas, particularmente aquelas abertas no lugar de outras lojas recentemente fechadas.

Por exemplo, a nova Open Space Cafe (
http://www.openspacecafe.com/Home_Page.html), em Portland (EUA), aberta no local onde anteriormente funcionava a Funky Door Cafe.

Megan, proprietária, disse que o antigo dono decidiu não renovar seu contrato e ter tempo livre para escrever um livro. Além disso, quando a Funky Door Cafe viu seus negócios declinando por causa da recessão de 2009 (que abateu principalmente os EUA e a Europa), eles cortaram reduziram o horário de funcionamento o que aumentou o declínio das vendas.

Em vez de cortar custos, Megan acreditou que o caminho seria expandir a sua oferta, agregando serviços, novas opções e itens do menu. Ou seja, acreditou em reforçar a sua comercialização para ir contra tempos difíceis.

Outro empresário com quem falei recentemente teve um declínio acentuado nos negócios nos últimos dois anos. Agora ela tinha os piores dois anos em mais de vinte, fazendo apenas um quarto de seu faturamento recorde. Sua solução? Ao contrário de muitos outros em seu segmento, que pararam ao invés de lutar para sobreviver, ele está incrementando seus esforços de marketing através do redesign da sua marca e desenvolvendo um plano de marketing para expansão”.

Artigo em inglês:
www.semiosiscommunications.com/out-of-funk-with-marketing/.

Fui pesquisar sobre Open Space Cafe. Ele se descreve assim:

Open Space é um café simples com um conceito simples ... As decisões relativas a todas as facetas do negócio seguem a premissa básica da consciência ambiental, sustentabilidade e proximidade. Apesar de nossas operações poderem ser de um padrão normal para cafés do nosso tipo, nossas intenções são sinceras. Servimos café, cocktails e uma variedade de alimentos locais manufaturados ou caseiros com ingredientes básicos, com o mínimo de embalagem de empresas alinhadas com nossos valores...

Como o menu cresce e os nossos clientes compartilham suas idéias e expectativas, tentamos provê-los com as características de um típico café de bairro que as pessoas desfrutam, mantendo o nosso desafio pessoal para se tornar um posto de informações
ecológicas e um exemplo de sustentabilidade.

Em cooperação com o Portland Master Recyclers, o Portland Audubon Society, o Native Plant Society Portland Master e muitos outros grupos ambientais locais e nacionais, nos esforçamos para fornecer impressos, programações de eventos e oportunidades de networking para a nossa comunidade.

Sinta-se a vontade para entrar em contato conosco com idéias, questões e reclamações, através do telefone ou internet.

Algumas ações do Open Space:

- Os clientes podem submeter suas receitas que podem ser integradas ao cardápio. Por exemplo, o concurso atual é de receitas de Bloody Mary. Elas podem ser enviadas por e-mail ou pelo Facebook.

- Além disso, o Open Space tem uma agenda de eventos, shows e exposições de arte como, por exemplo:

a. No dia 22 de abril (Dia da Terra) foi realizado um Eco-evento com informações de reciclagem, coquetéis orgânicos, performance musical e receitas ecológicas de material de limpeza. (Eles marcaram todos os sábados de abril para avaliar pessoas da comunidade que queiram se apresentar no evento).

b. Convocação para passeio a parques e captação de dinheiro para uma associação de proteção a espécies animais nativas.

c. Mostras de arte com materiais reciclados.

Se você conhece algum caso similar ou tem mais idéias, comente ou me envie um e-mail! Posso escrever sobre o seu caso!

Empreendedor, PENSE NICHO: Guia Teatro Carioca

Ontem estive com o Jorge Leão, editor do Guia Teatro Carioca. Falei que havia ido a uma peça teatral no Planetário e vi as pessoas consultando seu Guia Cultural, disponibilizado próximo ao guichê.

Também comentei sobre o tamanho do Guia. Disse a ele que por mais que o número de páginas e anunciantes venha a crescer – e acredito nisso porque a idéia tem potencial – que ele não alterasse o tamanho de aproximadamente 15 cm x 10 cm.

Observei que as pessoas guardavam em seus bolsos ou bolsas. Ele me disse que já tinha pensado nisso e, inclusive, teve o trabalho de medir um bolso de camisa e calça para criar o Guia.

Ele está no número 2 e vem sentindo uma boa receptividade.

Quanto à distribuição, ele me disse que vai pessoalmente aos teatros da zona sul, e que o fator de contato humano é imprescindível para a eficácia da distribuição. Como estratégia, pretende aumentar a distribuição para outros pontos da cidade, progressivamente.

Bem, fica o comentário: quando for criar um produto em geral e principalmente um editorial PENSE NICHO!

Roteiro de plano de marketing para artista plástico

Há alguns anos atendi a um artista plástico para desenvolver mercadologicamente sua carreira. Ele já havia ganhado alguns prêmios importantes na área da arte, porém ainda não vira sua carreira alavancar de uma maneira considerada, por ele, satisfatória.

O mercado tinha sofrido uma retração para a compra de peças de arte. No entanto, ao analisar sua situação, identifiquei que muita coisa podia ser feita e aproveitada antes de culpar apenas ao mercado.

É lógico que esse trabalho não era uma atividade para três meses ou algo do gênero, e sim, para o desenvolvimento de um planejamento com no mínimo dois anos de trabalho para começar a ver resultados significativos.

Depois de muita pesquisa, desenvolvi um plano de marketing especificamente para aquele caso. Aliás, todo plano de marketing deveria ser personalizado!

Veja a importância do planejamento e de se ter plano de trabalho (resumido) que desenvolvi através do exemplo abaixo:

Proposição:

O mercado de arte é restrito a poucos compradores, sendo que quem está fora do circuito das galerias vende a menor preço e provavelmente em menor quantidade. A quantidade pode ser revertida promovendo o artista e fortalecendo a sua marca, conseqüentemente gerando maior número de vendas. Quanto à valorização financeira do seu trabalho, a melhor opção ainda é estar no circuito das principais galerias.

Objetivos principais:

- Construção de nome para valorização do preço e incremento de vendas das peças.

- Retorno da presença em Galerias de arte.

Estratégia:

Levando-se em consideração que o preço das obras de arte peças é relativamente proporcional ao nome (marca) do artista, a estratégia será promover o artista através de ferramentas de marketing adequadas ao seu caso e a cada etapa do processo, para posterior retorno de suas peças às Galerias de maior prestígio. Na primeira etapa, o objetivo é fazer a marca (nome do artista) ser conhecida e lembrada, enquanto inicia-se o processo de aproximação e apaziguamento com os marchands e suas respectivas galerias. Na segunda etapa - quando da penetração nas Galerias - deve-se reforçar os esforços de marketing para alavancar vendas e valorização. Na terceira etapa, quando a presença do artista nas galerias e eventos top estiver consolidada, a recomendação é manter os esforços de marketing concentrados na manutenção e contínua valorização da marca.


Táticas (1ª Etapa)


1. Posicionamento


§ Criação de história pessoal.


§ Descrição leiga do seu trabalho.


§ Descrição técnica do seu trabalho.


§ Relação de prêmios e encomendas.


§ Garantias.


a. Obtenção de Testemunhos de experts.


b. Certificações (Museus e Galerias).



2. Reativação de contatos


§ Releases

§ Brindes

§ Cartas

§ Convites



3. Reativação de clientes




§ Recuperação de cadastros.


§ Convites para palestras e exposições.


§ Newsletter – Manter os clientes informados em como seus investimentos na artista, ou seja, as obras que eles adquiriram, estão sendo valorizados pela presença da artista na mídia / palestras/ cursos / premiações / certificações / etc.



4. Divulgação


§ Portfólio

§ Cartões postais das obras, autografados e numerados.

§ Press kit

§ Cursos

§ Palestras

§ Exposições

§ Artigos para publicações especializadas

§ Artista oficial de uma ONG

§ Cartão de visitas estilizado



5. Recuperação das Galerias de arte


§ Reaproximação de um Merchant mais acessível.


§ Outras táticas dependendo ainda de pesquisa sobre o ramo de Artes Plásticas.



6. Construção de marca


§ Contratar assessoria de imprensa


§ Portfólio digital


§ Web site


7. Assessoria de Imprensa contratada: Contactar e enviar material para a imprensa.



Obrigações do cliente:


§ Fornecer informações sobre o ramo em que atua.


§ Fazer os contatos pessoais necessários ao desenvolvimento do presente planejamento de marketing.

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