Empreendedor tem de escrever? Parte 2



Sempre digo, nesses tempos de conteúdo digital, que o empreendedor não precisa necessariamente saber escrever. Ele já tem o principal que é o conhecimento profundo de seus produtos e serviços.

O que ele apenas precisa é saber transformar esse conhecimento em material info-educativo para seus clientes atuais e potenciais.

Para tanto, hoje existem profissionais experientes e criativos no levantamento e criação de conteúdos referentes e complementares aos produtos e serviços que se quer divulgar.



Decifrando seu conhecimento, mesmo que ele esteja escondido

Como transformar o conhecimento que existe dentro de sua empresa, mesmo que ele esteja implícito, em conteúdo relevante para seu público-alvo?

A interpretação desse conteúdo por parte de um profissional de conteúdo contratado envolve a pesquisa, o levantamento das informações e a produção do conteúdo propriamente dito.

O levantamento de conhecimentos existentes na sua empresa compreende a reunião de materiais como folders, relatórios, publicações, imagens, etc, também como através do trabalho de coleta conjunto entre o profissional de conteúdo e funcionários que estejam disponibilizados para tal.

Na maioria dos casos, grande parte do conhecimento existente em sua empresa, e que possa ser transformado em conteúdo info-educativo, está dentro da cabeça de seu pessoal.

Ainda, e aí já é menor o número de profissionais que também se enquandram nesse caso, encontra-se o desenho de uma estratégia que permeie todo esse conteúdo de uma forma inteligente. Ou seja, maximizando os recursos empregados com sua máxima eficácia.  



Linha editorial e roteiros

A construção de uma linha editorial relevante deve alinhar as informações e as pautas por meio de textos, imagens, vídeos e outros tipos de conteúdo. A linha editorial (que é diferente no caso publicações como jornais e revistas) constrói uma espécie de identidade envolvendo todo o conteúdo criado.

Ele deve ser projetado para fornecer uma visão de seus produtos e serviços sem perder de vista os interesses de seu público-alvo. Ou seja, esses segmentos com os quais você quer interagir têm de receber dados e informações convincentes e de uma forma atraente.

A seguir, você pode alimentar seu programa de marketing com mais conteúdos e, no momento certo, quando estiverem preparados para comprar, entregar ofertas e realizar vendas de produtos/serviços complementares (no caso de quem já efetuou uma compra).  



Dicas para você mesmo começar a rascunhar seus textos


  • ·        Artigos com conteúdo relevante e diretos para atrair e reter a atenção do seu público.

  • ·        Frases e sentenças estrategicamente distribuídas para captar a leitura escaneada que o internauta costuma usar.

  • ·       Atenção para escrever artigos únicos, contendo as palavras-chaves mais indicadas, além de as dispor de forma correta pelo texto, facilitando a o ranqueamento da página em melhores posições nos buscadores como o Google, por exemplo.

  • ·       Assertividade, com o conteúdo-mensagem principal que de deseja passar vindo na frente, sem se esquecer do escalonamento correto de sub-itens distribuídos pelo correr do texto.

  • ·      O número de parágrafos, sentenças e palavras varia dependendo do tipo de conteúdo/ público para que se possa garantir a completa compreensão do internauta em relação a mensagem e sem que se perca sua atenção.



Escrevi: e agora?

A distribuição do artigo pela web também não pode ser esquecida. Um artigo relevante, que capte a atenção do leitor e depois ofereça informações complementares através de um link apontando para o seu site/blog/perfil no facebook/etc, é fundamental dentro de uma estratégia de webmarketing.


Os artigos, se corretamente estruturados, têm o poder de contarem com mais chances de ser encontrados em buscas no Google e nos demais buscadores.

Você tem inúmeras maneiras de submeter seus artigos a blogs/sites, mas esse é tema para um próximo post.



Finalizando

A vantagem de contratar um profissional de conteúdo e que tem visão de marketing é que você vai economizar muito tempo, esforço e preocupação com cada artigo-conteúdo que tenha de criar. 


A seguir, deixo um dos posts mais visitados e que é a parte um desse post.

Os alquimistas estão chegando! Estão chegando os alquimistas!



Um processo básico de vendas B to B (Business to Business), onde as vendas são de forma geral complexas, segue três momentos distintos que não necessariamente na ordem a seguir:


1.    Geração de demanda potencial.

2.    Qualificação e refinamento de clientes potenciais.

3.    Convertendo os clientes potenciais qualificados em compradores.


Independente de onde esteja cada cliente potencial no seu estágio de vendas, criar valor no processo de vendas pode ser um fator que encurta todo o sistema de decisões a que um comprador fica exposto.


O ‘alquimista’ está sempre de olho em duas característas para o seu negócio: diferenciação e valor. Muitas vezes, esses dois aspectos já existem nas empresas e nos profissionais, que até sabem interpretá-los, mas não lhes dar uma forma.


O ‘alquimista’ tem o poder de saber misturar os elementos certos para trazer esse valor e diferenciação à tona.


Encurtando o ciclo de venda


As mídias sociais, hoje, estão se transformando em algo como as artérias em que o sangue flui nas empresas, trazendo e circulando elementos que vão ajudar e dar razão para as decisões de compra das pessoas.


É ali que os compradores irão interagir e se relacionar com as pessoas e conteúdo de fornecedores atuais e potenciais, e poderão tomar as melhores decisões para suas empresas.


A diferenciação e a geração de valor em forma de (ou traduzido para) conteúdo permite que os clientes potenciais engajem-se em conversas,  trazendo-as para o diálogo não importa em que momento do ciclo de compra elas estejam.  


A partir daí, começa o processo de qualificação, alimentando-as com informações e conteúdo educativo sobre os seus produtos/serviços.


Mesmo que elas não estejam prontas para comprar, o processo foi iniciado. Segundo Brian Carroll, para comprar, seus clientes potenciais: 

  • devem estar familiarizados com você e sua empresa e com o que ela faz;
  • devem perceber que você e sua empresa são peritos no que fazem;
  • têm de acreditar que você e sua empresa entendem os problemas específicos deles e pode resolvê-los;
  • gostam de você e sua empresa o suficiente para querer trabalhar contigo.

Por mais incrível que possa parecer, um livro de 1998 chamado “Futuro: Prepare-se! (*), acertou em cheio dizendo que esses fantásticos brinquedos informáticos que estão aparecendo sempre trazem uma idéia embutida de que estamos atravessando uma das maiores evoluções da história do mundo: a economia de rede.


Marco Aurelio F. Vianna e Sergio Duarte Velasco, autores do livro, ainda dizem que na economia de rede a regra básica é alimentar a web primeiro.

Para encerrar, deixo a pergunta: você já tem o seu alquimista?


Marco Aurelio F Vianna e Sergio Duarte Velasco
Editora: Gente
Ano:1998

Quem é filtro para quem?



Após ler o post de hoje de um site gringo – e também os comentários dos leitores –, cheguei à conclusão de que a quantidade de informações disponíveis na web levanta uma grande questão: quem é filtro para quem?

Em outras palavras, onde encontrar informações confiáveis? Alguém pode funcionar como nosso filtro de informações? Algum blog que seja referência no seu tema profissional?

Só para exemplificar, um Filtrador de Informação que está se tornando proeminente no Twitter é o líder do programa CQC, Marcelo Tass. Com o crescente sucesso do programa, cada vez mais pessoas passam a seguir Tass pelo Twitter.

Pesquisando na internet, descobri que existe um site chamado frienfeed.com que junta seus contatos no Facebook, Twitter e sua conta no Google (fico desenvolvendo uma análise maior sobre o FriendFeed depois que eu me inscrever e testá-lo).

Descobri o FriendFeed no artigo “Who Is Your Information Filter?“ (Quem é o seu filtro de informação?). O artigo diz que os Filtradores de Informação têm assinantes, os quais deixam seus comentários. Então, levanta, ainda, outras questões:

- O que atrai novas pessoas para as discussões?


- Quem, então, subscrevem os Filtradores de Informação?


- O que incrementa os cliques nos links dentro dos posts e os comentários?

Toda essa minha “discussão” (ou algo como uma “briga mental”!) acima foi iniciada por causa do post “Twitter Isn,t Killing Blogs, It´s Making Batter (O Twitter não está matando os blogs, e, sim, tornando-os melhores).

Rick Burnes refuta outro blogueiro que defende a morte dos blogs, afirmando que cada vez mais os blogs tornam-se peças fundamentais para o marketing 2.0. Segundo ele, blogs:

- ajudam a ranquear seu site mais para cima nos buscadores;

- dirigem mais tráfego para seu site;

- geram mais leads e vendas.

Burnes ainda diz que o Twitter não ranqueia bem nos buscadores.

Já os comentários postados pelos leitores do artigo trazem pontos interessantes. Aqui vão as conclusões que tirei deles:

- o Twitter funciona como um filtro para a blogosfera, refinando o que realmente nos interessa ler, já que a mensagem de 140 caracteres permite apenas que se faça um breve comentário sobre o assunto do post e o seu link.

- o Twitter permite que analisemos mais conteúdo para sabermos o que está acontecendo on-line de uma maneira rápida.

- o twitter ajuda as pessoas a promoverem seus blogs. No meu caso, isso também é verdade. Um leitor do artigo do Rick disse que o Twitter aumentou a eficiência dos blogs. Já eu diria que aumentou a eficiência dos blogs com conteúdo realmente relevante.

- o Twitter também funciona como um macro-filtro, dando-nos a noção do que deveríamos ler e o que poderemos aprender. Segundo um dos comentários, outra razão para o Twitter ser um complemento para os blogs é que ele ajuda a filtrar o alto volume de conteúdo gerados pelos blogs.

Deixo uma sugestão em forma de pergunta:



- Quem são os principais líderes/formadores de opinião no seu segmento de negócios?

- Você está conectado a eles ou seguindo-os para estar sempre informado sobre as direções que estão tomando?






Empresas BtoB (business to business) – ou empresas que vendem para outras empresas –  tratam de seus negócios de uma forma totalmente diferente das que  vendem para o consumidor final. E, da mesma forma, as atividades de comunicação e marketing também o são.

Porém, os dois tipos de negócios têm algo em comum: a crescente e fundamental diferença que a web está fazendo no processo de decisão de compra das pessoas.

Por isso, segundo o autor do aclamado “A Sociedade em rede”, Manuel Castells, com “a articulação dos meios de comunicação de massa tradicionais com os novos meios de comunicação pela internet (…), estamos em um processo de convergência tecnológica e também convergência comunicativa”.

A convergência comunicativa mostra o que vemos; as pessoas estão usando a internet para obter informações e até mesmo dispostas a seguir quem entregue essas informações de maneira eficiente, sem que elas tenham que procurar muito, fazer anotações, separar o que interessa, garimpar conhecimento, etc.

Construindo o seu conhecimento

Se você está no seu ramo de negócios a um certo tempo, provavelmente já passou um longo tempo construindo o seu conhecimento. Se você usar sua expertise para ajudar a vender produtos de seus clientes, por exemplo, a experiência pode ser o que faça a diferença para manter e conquistar novos clientes.

Mas como você passa esse seu arsenal de conhecimentos para os clientes? Ou como você fornece serviços do tipo ‘consultoria’ para para que eles possam aumentar suas performances usando os produtos ou serviços que você fornece?

Boas perguntas e resposta simples: conteúdo.

Conteúdo e lucratividade

Para traduzir seu conhecimento em conteúdo, primeiro é preciso identificar e segmentar público-alvo e conhecê-los muito bem a fim de saber quais são seus problemas e quais soluções você pode entregar.

A pesquisa de clientes é uma tarefa que pode parecer a princípio perda de tempo, sem resultados aparentes, mas é daí que surgirão suas maiores idéias e chances de aumentar as vendas e a lucratividade.

Um conteúdo bem planejado e executado deve engajar clientes potenciais em diálogos, onde eles mostrarão como podem ser atendidos e ajudados. As pessoas na linha de frente das compras e contratações podem estar precisando exatamente dos seus produtos e serviços mas:

·         não sabem que precisam da sua solução;
·         não conseguem encontrar a solução;
·         não têm tempo para buscar a solução.

Conteúdo e pró-atividade

Nos negócios BtoB, as vendas tendem a ser processos complexos de pesquisa, negociação e tomada de decisão, e o ciclo das vendas é mais longo.

As decisões de um comprador são estratégicas para sua empresa porque, geralmente, quando você compra de um fornecedor, essa compra vai ser de longo prazo, tendendo a aumentar conforme a complexidade do tipo de produto/serviço negociado. Ou seja, se a negociação for boa, o fornecedor vai te acompanhar por grandes períodos de tempo e até anos.

Por isso, o conteúdo deve ser conversacional, não voltado para os objetos ou serviços que se está vendendo, mas voltado para a solução que as pessoas vão usufruir.

Uma estratégia de marketing de conteúdo  é basicamente pró-ativa e evita o processo de vendas manipulativo. Ela vai provocar os clientes potenciais a pensar seus negócios e em como o fornecedor em questão pode ajudá-las a melhorar. Essa estratégia oferece insights, engaja-os em discussões e abre as portas para que o fornecedor (você) esteja sempre com inovações contínuas na oferta de soluções para seus clientes.

Um projeto de conteúdo bem traçado, além de educar seus clientes atuais e prospects (clientes potenciais) sobre a importância de seus produtos e serviços, também pode ajudar a criar produtos que os permita cumprir mais facilmente as metas que são importantes para suas empresas. 

Isto significa fazê-los sentir-se bem porque você se torna uma solução para os problemas que os vinham incomodando. Mais que isso, em alguns casos importantes, você demonstra uma solução para problemas que os clientes atuais ou potenciais vêm enfrentando, mas encontram dificuldade em entendê-lo completamente ou visualizar uma solução devido à falta de familiaridade com as possibilidades oferecidas por seus produtos e serviços.

O marketing de conteúdo é poderoso para empresas no mercado BtoB, abrindo toda uma nova janela de oportunidade de intereção e engajamento com os compradores que buscam avidamente na web melhorar o rendimento e lucratividade de suas empresas.

E você pode mostrar que esse solução está em contratar ou comprar de você!

Link interessantes:

Qual é o checklist para fazer uma boa venda B2B?

Como maximizar seus negócios usando o LinkedIn



O Linkedin tem se afirmado como a maior mídia social de negócios. Diferentemente do Facebook, onde as postagens são mais pessoais, o Linkedin diferenciou-se por ser uma plataforma onde contados são criados e fidelizados, além da geração de vendas, negócios, parcerias, recrutamento, etc.

Uma das decisões do meu plano de marketing para 2012 é investir no Linkedin. Para tanto, comecei a incrementar o meu perfil e faço aqui um resumo das melhores práticas.


Iniciando no Linkedin

Desenvolva um Sumário.

No caso do Sumário, coloquei inicialmente minha missão. Esse é um bom motivo para você exercitar e criar sua missão. Sei pode parecer, mas não é fácil. Se você ainda não tem uma missão, pode ter que ‘quebrar a cabeça. Siga em frente que conseguirá. A minha está aí:

"Minha missão é contribuir tanto para a prosperidade material (lucratividade), quanto para a espiritual (auto-realização) dos meus clientes, obtidos através da concretização e sucesso de seus talentos e anseios, transformado-os em realidade competitiva de mercado"

Desenvolva a Experience (Experiência).

Pesquise qual o título do seu cargo que está sendo usado no mercado ou, como no meu caso, desenvolvi um que melhor descrevesse em duas palavras o que faço:

Estrategista de MarketingComunicar & VencerJanuary 2001  Present (11 years) Contribuo para que empresas e profissionais liberais possam comunicar seus negócios e profissões de uma maneira viável financeiramente, sustentável e eticamente responsável, provendo-os com planos, estratégias, táticas e ferramentas de mercado úteis, práticas e que gerem resultados efetivos.

Depois de incluir informações sobre sua formação e conhecimentos, coloque o endereço de seu blog/site e de suas apreserntações no slideshare. Por exemplo, apesar de ter outras, coloquei o endereço direto para essa apresentação, o CV Inteligente que criei:



Personalizando o endereço do seu perfil Linkedin

Depois de se increver e preencher o seu perfil, mas preencher de verdade o mais completo possível, você pode partir para personalizar sua URL. Por exemplo, a minha é http://br.linkedin.com/in/alvaronassaralla.

Para fazer isso vá em PROFILE, depois EDIT PROFILE, procure por PUBLIC PROFILE e digite o nome desejado.


Relevância

Em suas ações no Linkedin, procure sempre entregar valor, antecipando-se, oferecendo dicas, tendências sobre seu ramo de negócio e informações sobre eventos, etc.

O importânte é ser relevante e não intrusivo.


Lincando as diferentes redes sociais

Se você usa o Twitter, conecte-o ao Linkedin para que as mensagens que postar sejam enviadas de um para o outro automaticamente. Eu faço isso do Linkedin para o Facebook, mas não vice-versa porque posto também coisas pessoais no Facebook, as quais não seriam adequadas no ambiente de negócios do Linkedin.


Grupos

Participe de grupos como de ex-alunos ou de assuntos complementares ao seu segmento de negócio. Por exemplo, se o seu negócio está relacionado a refrigeração de ambientes você pode participar de grupos de discussão de engenheiros, arquitetos, e até de empresas de tecnologia da informaçao que fazem projetos de automação industrial e, portanto, participam das decisões junto com construtores, etc.


Aumentar sua rede de contatos

Você pode pesquisar por connection (conecções), companies (empresas), skills (competência).

Uma dica do artigo em inglês (que coloquei o link lá no final) é criar 3 "Saves Searches" (Pesquisas Salvas): 
Realize uma pesquisa inicial por pessoas e diminua os seus critérios de busca para o que você quer (por CEP, segmento de negócios, amigos de amigos ou conexões mais distantes entre pessoas). Olhe lá em cima, perto do "número de resultados." Você vai ver "Salvar esta pesquisa." Salve 3 pesquisas diferentes. Toda vez que os resultados das pesquisas mudam, você receberá um email notificando”.

Answers (Respostas)

Na seção Answers, responda a perguntas com propriedade, relevância. Pense que mais pessoas irão ver sua resposta. Se tiver um artigo que complemente o assunto ou se você tiver um e-book em seu site/blog relativo à questão, coloque o link. Melhor ainda, se conhecer um e-book de terceiros ou dica de livro, do submarino, da Livraria Cultura, da Amazon, etc, coloque também o link.

Quando pensamos em respostas, esquecemos que também podemos fazer perguntas que atrairão conexões que podem gerar parcerias, etc.


Aplicativos

Para começar, o mais importante é importar os posts do seu blog para o seu perfil no Linkedin. Vá em EDIT PROFILE, depois em Aplicattion e clique em +ADD APLICATTIONS e escolha entre as várias opções.

Importei minha apresentação no Slideshare.net e ela está no meu perfil como aparece na imagem de abertura desse post. 

Artigos recomendados:

Mais 16 dicas legais que não estão inclusas nesse post estãono artigo:

17 Invisible LinkedIn Tricks Revealed (17 Truques escondidos do LinkedIn)


Por que eles ainda estão na era do consumidor enganável?



Por que eles ainda estão na era do consumidor enganável?


E por que o marketing de conteúdo é a estratégia que mais respeita o consumidor?

Às voltas de trocar o carro, visitei concessionárias e tive contato com vários vendedores.

Constatei que o grande mal das vendas persiste: achar que o consumidor/cliente é bobo. E insistem em apresentação de parcelamentos ridículos, promoções que não são promoções de fato, e vantagens que não trazem valor algum ao cliente.

Um bom consultor de vendas pode ajudar muito, mas tratar o consumidor como otário, isso não tem mais espaço nem o mínimo cabimento.


A solução


A solução para esse problema é tão somente saber apresentar soluções para o cliente. Isso mesmo, a solução é a apresentação de soluções.

E qual a maneira mais efetiva de fazer isso durante todo o ciclo de vendas? Ou seja, desde o momento em que seu público-alvo ainda não sabe que vai precisar do seu produto/serviços até o fechamento e pós-vendas?

A resposta é se utilizar de marketing de conteúdo.

Os blogs e as redes sociais entupiram o consumidor com informções sobre produtos e serviços, e as recomendações hoje são mais velozes e atingem mais pessoas do que nunca.

A ‘Socialnomics’ ou Economia Social representa a verdadeira revolução dos consumidores e a definitiva confirmação de que os profissionais de marketing devem trabalhar cada vez mais para provê-los com informações pertinentes, relevantes e entragá-las da maneira e no momento em que eles querem.


O problema é você!

As pessoas não podem acompanhar tudo que surge e aprender sobre as ‘novas novidades’. A velocidade das transformações e criação de conhecimento já esgotou a cognição humana a tempos. E o consumidor/comprador não tem culpa.

A culpa é de quem? A culpa é sua! 


Você que tem de produzir seus produtos e serviços e ainda entregar conteúdo educativo para orientar o comprador paratomar a melhor decisão.

E o problema maior é entregar esse conteúdo de uma maneira que você entre na velocidade da vida dos clientes. Em outras palavras, atingi-los sem os atrapalhar e ainda ajudá-los a se ajudarem.


Solução novamente

Corra e busque um profissional de marketing de conteúdo enquanto é tempo! Rs.



Veja, abaixo, alguns números que resgatei de 2010

- Mais de metade da população tem menos de 30

- 96% dos jovens do novo milênio se juntaram uma rede social

- O Facebook tem mais tráfego de internet do que o Google.

- YouTube é o segundo maior buscador do mundo.

- Amazon vendeu mais e-books para o Kindle do que livros físicos no Natal

- 25% dos resultados de pesquisa para as Top 20 maiores marcas do mundo são links para conteúdo gerado pelo usuário

- 34% dos blogueiros postam opiniões sobre produtos e marcas

- Se você fosse pago $1 para cada artigo da Wikipédia postado, você ganharia  $1,712.32 por hora!

- 80% das empresas usam as mídias sociais para o recrutamento

- Social Media é a atividade # 1 na web.

Mapa de captação e retenção de clientes na web




Acredito que o número de pessoas que ainda pensam que a atividade de vendas esteja relacionada a esperteza e engodo esteja diminuindo.

Em um mundo hiper-comunicado, não existem mais consumidores ou compradores que sejam facilmente enganados.

Com o acesso ao grande repositório de informações e conhecimento que é a web, pelo contrário, os compradores estão cada vez mais exigentes e se municiam de recursos para escolher e decidir qual produto/serviço vão adquirir.

O 'Estudo número 2: Cultura da Convergência' pode ser descrito simplesmente como mapa de captação e retenção de clientes na web. Ele aborda a questão do consumidor/comprador online através de um processo em que as empresas são pró-ativas na geração e entrega de conteúdos, esclarecendo e gerando conhecimento sobre seus produtos/serviços.

O desenvolvimento tecnológico, principalmente nos negócios entre empresas (Business to business), possibilitou a capacidade dos compradores de buscar mais valor pelo seu dinheiro investido.


Marketing de conteúdo

O mapa começa mostrando as capacidades que um profissional de marketing de conteúdo deve ter para gerar materiais que correspondam às altas espectativas desse comprador. Essas capacidades são baseadas em um artigo da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) dirigido a profissionais da área.

Depois, são enumeradas as cinco etapas para a criação estratégica de conteúdo:

1. contruir o ‘caso’ do produto/serviço/empresa/marca;

2. desenvolver uma estratégia de marketing de conteúdo que funcione para cada tipo de negócio;

3. definir as plataformas (sites, blogs, mídias sociais, comunidades, fóruns, chats, etc) e canais de marketing mais adequados para implementar a estratégia de conteúdo;

4. criar um conteúdo consistente, coerente e com encadeamento;

5. medição de resultados do conteúdo.

Objetivos do conteúdo

Ao lado das etapas descritas acima, está o que seu conteúdo deve mostrar, demonstrar e esclarecer aos compradores potenciais:

- benefícios para os clientes (o que eles ganham ou deixam de perder aos utilizar seus produtos/serviços);

- desembaralhamento de dúvidas: desembaraçar o emaranhado de dúvidas cruzadas;

- mostrar por onde o cliente deve começar a analisar o seu problema (fornecer contextualização);

- ajudar o cliente potencial a se localizar diante de problemas prioritários ou não (definição de prioridades);

- porque você é ou não a solução para seu visitante/internauta (objetividade para não perder tempo com quem não é seu público-alvo, além de ‘liberar’ a pessoa para que continue em sua busca de uma solução mais satisfatória para seu caso);

- ajudá-los a refinar sua escolha;

- mostrar produtos/serviços que o cliente desconhecia;

- mostrar novos usos/possibilidades de seus produtos/serviços.

Benefícios psicológicos

Mais ao lado, no mapa (figura), encontram-se os benefícios psicológicos envolvidos principalmente nas compras mais complexas. O seu conteúdo deve ser capaz de:

- reduzir a incerteza e os riscos da compra na percepção do comprador;

- assegurar ao cliente que ele é capaz de decidir de forma eficiente e inteligente;

- mostrar que a complexidade faz parte da vida de todos hoje em dia e não é culpa dele estar indeciso;

- encorajamento e reforço para tomar decisões;

- ajudar o cliente a se organizar (tempo, recursos financeiros, logística, etc) para fazer a compra.

Estágios da compra

Por fim, a última coluna volta-se para todo o processo esboçado no mapa. São os estágios da compra ou o “funil’ por que passa seu público-alvo atingido pelas mensagens, até o ponto em que uma quantidade deles se tornem seus clientes.

O que muita gente confunde em marketing é que público-alvo significa necessariamente cliente. Na verdade, apenas uma parte desse público irá comprar seus produtos. Por exemplo, se você atingiu 10 mil pesssoas que se enquadram nesse perfil e 100 compraram, você obteve uma taxa de conversão de 1%.

Os estágios são:

1. Lembrança / reconhecimento;

2. Educação;

3. Avaliação;

4. Proposta;

5. Compra.

Deixo a pergunta: qual o conteúdo e os materiais de marketing que você está usando para prospectar clientes potencias e converter vender?
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