Atração integrada: anúncios na web + tráfego espontâneo


Anunciar ainda é importante, a despeito da fragmentação de mídias provocada pela internet, i-phones, e todas as novas mídias que estão pipocando por aí.

Anunciar ainda funciona só que da forma certa, integrada, estratégica, fazendo parte de um plano maior, fazendo parte de algo maior, em que sua marca vai ganhar não na exposição só naquele momento do anuncia, mas vai estar veiculada em outras peças e outras ações.

Então anunciar é também uma parte importante da construção de marca. Nunca vai deixar de ser fundamental anunciar.

Agora anunciar da forma errada pode ter certeza é jogar dinheiro fora. E para o pequeno e médio, anunciar da forma errada, na grande maioria das vezes, é o único tiro que ele tem. O dinheiro separado para investir em divulgação vai embora de uma só vez, e não há uma nova chance para atingir o seu público-alvo.


Integração

O ‘pulo do gato’ é integrar anúncios com blogs e mídias sociais, ou seja, o anúncio traz o público para seus endereços na internet em busca de mais informações. O conteúdo que você gera, de cunho educativo e informativo, pode ser fundamental para esclarecer dúvidas dos internautas e lhes mostrar que seus produtos/serviços oferecem os benefícios certos para a solução dos problemas.

Pode parecer discurso de vendas, mas não é...

O que estou dizendo representa uma velha formula de marketing: problema – solução – resultados.

Se você consegue atrair seu público-alvo para seu blog ou site e apresenta de forma efetiva a fórmula citada acima, as chances de fechar vendas são infinitamente maiores.

Por outro lado, existe também o tráfego espontâneo, já que quanto mais conteúdo bem planejado no seu blog/site mais possibilidade de ranquear bem nas buscas no Google. Assim, você fecha o esquema de várias mãos duplas de tráfego conforme a imagem abaixo.






Empreender sem investir em anúncios é possível, mas requer muito mais esforço e tempo para ver os resultados. Anunciar de uma forma ‘solta’, sem pesquisa e planejamento e sem integração é jogar dinheiro fora.

Saber como, quando, onde e para quem anunciar, além de integrar esses anúncios a uma estratégia de conteúdo que vai, por sua vez, atrair e reter seu público-alvo, vai fazer toda a diferença para o empreendedor que quer fazer seu blog/site uma ferramenta relevante e de muita visitação por parte de seu público-alvo.

Empreendedor, você está pronto para blogar?





Empreendedor, se responder sim a pelo menos 3 das perguntas abaixo, você está pronto para blogar!

  •          Blogando você se sente gente?
  •          Blogando você se sente parte?
  •          Blogando você se explora, se vasculha, se entende?
  •          Blogando você se satisfaz?
  •          Blogando você sente o prazer da auto-expressão?
  •          Blogando você se sente ouvido?
  •          Blogando você provoca?
  •          Blogando você digere mais do mundo, e põe pra fora mastigado/elaborado?
  •          Blogando você se sente bem usando uma ferramenta?
  •          Blogando você libera sua capacidade, criatividade, discernimentos, sonhos?
  •          Blogando você sonha?
  •          Blogando você tem uma causa para defender?

Empreendedor, blogar é para ontem!


Além de respeitar as pessoas como elas são. 
Você pode ser mais eficaz, ajudando-as a se aperfeiçoarem. 
(John Gardner) 


A mídia especializada em pequenas empresas e empreendedorismo propala a falsa noção da facilidade e sucesso ao se abrir um novo negócio.

Na maioria das vezes, o tempo investido em preparar, estudar e amadurecer o negócio, é omitido nas reportagens.

Aliás, o profundo conhecimento do que seu produto/serviço é necessita de tempo dedicado a pesquisar, colher feedfback de seus clientes e do público-alvo em geral, avaliar a concorrência, etc.


Conceituação de produto

O empreendedor geralmente sabe tudo sobre o seu negócio, somente ainda não foi traduzido com a experiência de fazer as perguntas certas, provocar o pensamento crítico e criativo, instigar a imaginação.

Vou coletando as informações sobre seus negócios que começam a tomar a forma daquilo que você já sabia e não conseguia falar, exteriorizar ou dar forma. Ou, ainda, sabia de uma forma inconsciente.

O que aprendi e tenho a honra de aprender em cada novo trabalho, é resultado de anos de prática, testes e estudo, e não posso me chamar em expert, já que o hoje tudo muda rapidamente.

Esse é o nível estratégico.

No nível tático, observo sempre que o que funciona para um caso, não pode ser utilizado em outros, e o que funcionou há pouco, já tem de ser reinventado.

Por isso, o trabalho inicial de pesquisa é tão fundamental na conceitualização de um produto novo ou já existente, e envolve:

- Identificação do público-alvo;

- Identificação das necessidades dos clientes;

- Determinar especificações iniciais (ponto de partida para o produto que pode ir sendo ajustado conforme as novas descobertas);

- Identificar riscos e como minimizá-los ;

- Analisar os produtos/serviços da concorrência.


Essência

- Saiba quem você é (O que você é e para quem, quando comparado com seus concorrentes?)


Público-alvo

- Saiba qual é o seu público-alvo e como ele é?

- Saiba como atingir seu público-alvo durante todas as etapas do ciclo de vendas


Características principais

- São os atributos que compõem ou tipificam o produto/serviço ou marca (características que os consumidores já consideram incorporadas ou obrigatórias e as que diferenciam você da concorrência)


Benefícios

- Que problema seu produto soluciona para seus consumidores?

- O que eles ganham com seu produto/serviço?

- Como eles querem ser recompensados ao comprar seu produto/serviço?


Controles

- Defina padrões para medir como estão seus resultados


Perguntas para ajudar no processo de conceitualização dos seus produtos/serviços:
- Você já fez pesquisas online e off-line?

- Encontrou um público-alvo como volume suficiente e homogêneo?

- É possível atingir esse público-alvo com os recursos que você tem em mãos?

- Já se certificou de que o nome é adequado?

- Como será vendido? Será vendido off e online ou somente online? Pode ser vendido em sites parceiros?

- Como será embalado?

- O que pode ser oferecido como bônus? Ele pode ser disponibilizado em forma de amostras grátis (em algum formato digital ou não)?

A missão do empreendedor é transformar conhecimento!


Você, empreendedor, tem o dever e a missão de orientar seus clientes atuais e potenciais. Ninguém mais – senão você – conhece e pode conhecer mais e mais de seus produtos/serviços, e transformar esse conhecimento em conteúdo educativo para que seus públicos se guiem e possam, eles mesmos (com a sua ajuda) fazer a melhor escolha de compra.

A questão é o sucesso de seus clientes. Por que não ajudá-los a obterem o que precisam para resolver seus problemas. Aquela estória de que o consumidor sabe o que ele quer, muitas vezes, é mentira. Ainda mais em um mundo complexo e veloz como o nosso.

Por isso, Longo e Tavares (*) dizem: 

“Para Jaime Troiano e todos aqueles que levam a sério o estudo do comportamento humano no consumo, a opinião dos consumidores sempre refletirá os problemas do processo, jamais a solução”.
As pessoas estão completamente atoladas de afazeres e informações (que até desinformam). Elas agradecem quem pode lhes ajudar a organizar e solucionar problemas.

Por isso, milito em favor da força dos blogs para o sucesso de empreendedores com baixo orçamento (até as grandes multinacionais estão investindo nesse veículo de comunicação).


Conteúdo educativo para empresas e consumidores

Se seus clientes são empresas ou os consumidores finais, o conteúdo educativo faz a diferença na construção de reputação e credibilidade. Você está pensando e agindo estrategicamente ao ajudar seus públicos a resolverem seus problemas.

Quando oferece informações relevantes e úteis para seus públicos, você estará sendo visto como:

- um parceiro que pensa de verdade em ajudar seus clientes e não apenas em vender;

- um consultor que entende realmente dos produtos/serviços que vende e do segmento em que atua, com dicas, análises, estratégias e desenvolvimento de conceitos;

- um líder, porque todas as pessoas generosas são líderes naturais.


Conhecimento é diferencial competitivo

Nunca as pessoas tiveram tanta fé na capacidade de aprender. A web é um manancial inesgotável de conhecimento.

Para que você se torne referência e tenha cada vez mais visitas novas e freqüentadores assíduos, é fundamental a consistência de seus posts: tanto na manutenção da qualidade quanto na freqüência das publicações.

Sou um que acredita que todos somos experts na nossa área. Em um mundo em que tudo de tudo existe – e muda constantemente – sempre podemos agregar valor com o que sabemos. E a prática e o estudo contínuo de nossos produtos e negócios tendem a nos tornar experts.

Marque minhas palavras!

Afinal, o consumidor quer acreditar, confiar e, então, ser feliz com sua escolha!


(*) O Marketing na era do nexo: Novos caminhos num mundo de múltiplas opções – Walter Longo e Zé Luiz Tavares 
– Editora Best Seller – 2009




"As pessoas só sabem o que querem depois que você  mostra a elas".
Steve Jobs




Começar um blog é muito fácil. Agora torná-lo atraente e uma fonte de referência para os internautas é outra coisa.

Realidade: não existem botões mágicos geradores de tráfego, vendas e sucesso. Existe pensamento estratégico, trabalho e retrabalho.

A estratégia é dividida em táticas encadeadas de ação. No entanto, na prática elas não se encaixam como peças de Lego ou de um quebra-cabeças; elas precisam ser retrabalhados conforme as coisas vão acontecendo, e serem adaptadas a novos resultados e realidades que vão surgindo conforme vão sendo aplicadas.

Blogs e Empreendedores

Se você tem um blog e quer fazê-lo crescer, então você já é um empreendedor.

Seu blog é um produto, não importando se nele você promove vários serviços/produtos. O importante é que o blog seja encarado como um produto, com uma ‘embalagem’ adequada e tenha uma proposta focada.


Blog-produto

Quanto tempo você pode dedicar ao seu blog por dia? Se não pode diariamente, faça um plano de trabalho semanal.

Fazer o seu ‘blog-produto’, por mais modelos que pesquise na web, parte de dentro de você. Ele tem de ter uma autenticidade ou, em outras palavras, ser o blog de que as pessoas dizem:

- Esse é o blog que faz...
- Esse é o blog que ajuda a ...
- Esse é o blog que facilita ... ,

... e assim por diante,

Depois de feito esse exercício de conceituação do blog, você pode recheá-lo com conteúdo que preencha todos os assuntos relativos à proposta do blog.

(Estou preparando um post complementar a esse sobre Conceituação/construção de identidade de produtos, serviços, ONGs, carreiras, profissões, artistas)


Recheando o bolo

É evidente que para gerar conteúdo relevante você tem de investir tempo em escrever, pesquisar na web, acompanhar Twitter (se é que é possível!?) e Facebook, contactar pessoas por email para entrevistas ou coleta de informações, e por aí vai.

Empresas que abrem seu blog e simplesmente postam em formato de releases para a imprensa, em tom jornalístico, estão perdendo em interação e diferenciais.

Prover seu público-alvo com conteúdo que lhes dê oportunidades para comentarem, falarem de seus problemas, compartilharem soluções que deram certo, é um caminho que precisa de tempo e trabalho. Afinal, credibilidade exige construção.


Empreendedor e editor

Em tempos de web 2.0, o empreendedor tem de se desdobrar também como um editor, coletando informações e criando um sentido entre elas para seus públicos-alvos. O maior serviço hoje em dia, ou a maior geração de valor para seu público, é a formação de “nexo” entre várias fontes de informação.

Se você consegue sentir os desafios de seus públicos e construindo pontes nexiais, pontes de sentido e compreensão, já está um passo na frente de toda ou da maior parte da sua concorrência.

Quando você consegue compreender tendências e problemas que precisam ser resolvidos para seus clientes e mostra como seus produtos/serviços podem solucioná-los, através de um conteúdo atraente e de fácil absorção, está construindo credibilidade.

E a credibilidade é um grande passo para a construção de marca, vendas e lucratividade crescente.

Síntese do profissional de comunicação na era do nexo


  • Sou um nexialista(*): descomplicador de caos! 
  • Qual é a minha essência criativa? 
  • Tudo é mídia (sociedade do espetáculo) 
  • Tudo é borda, princípio e fim interconectados de multi-pluri-hiper-exóticas disciplinaridades 
  • Vejo o conhecimento todo costurado em mosaicos fractais das emoções sinestésico-motora-espiritual 
  • O Photoshop é o Michelangelo brega do século 21 
  • Photoshopar é beijar os solavancos empurrados para frente, como o gato da Alice: se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve! 
  • O Photoshop faz o nexo, assim como o espetáculo faz a fragmentação 
  • O distúrbio da modernidade está contido nas paredes que cercam e molduram fragmentos desfragmentados 
  • Eu sou a ponte – o nexo – entre o desconexo e os fragmentos possíveis: energético-factuais 
  • Se sou a ponte – o nexo – sou também o fluxo: a ferramenta de fluxo filtrante e aviltante do novo e do que está por acontecer 
  • Tudo o que é o saber parametrado, diagnosticado, comunicado 

(*) Nexialismo: Termo criado por Walter Longo e Zé Luiz Tavares, e publicado no livro O marketing na era do nexo, Editora Best Seller 




Existem muitas pessoas que podem ser seus clientes, mas não são. E elas não o são exatamente porque, mesmo que conheçam sua empresa, não sabem como decidir por qual produto/serviço: qual, onde, como e porque lhes resolverá um determinado problema.

A primeira idéia que vem a mente do empreendedor é a de que basta fazer divulgação que irão “chover” clientes em sua porta (ou site). Na realidade, essa é uma idéia completamente romanceada do que é captar clientes e efetuar vendas no dias de hoje.

Pequenas empresas que têm seus índices de lucratividade crescente mês a mês, tiveram antes de investir na capacitação de seu pessoal e em estratégias de marketing.

Mais uma vez venho dizer que blogar pode ser uma grande solução para o pequeno empresário ou para quem tem uma carreira autônoma de qualquer espécie.

No entanto, os resultados não são imediatos com se pode pensar. É importante ser estratégico, conhecer seu público-alvo, pensar no conteúdo certo para ele, traçar um planejamento editorial e de web marketing (marketing na web) para seu blog.


Trabalhando estrategicamente seu blog, os principais benefícios que você pode alcançar são: 

- Encontrar clientes potenciais de uma maneira mais direta e rápida, demonstrando o seu conhecimento (expert) nos assuntos relativos a seus produtos/serviços.

- Aumentar a lucratividade de suas vendas já que você pode fazer vendas melhores para clientes que necessitam de uma quantidade e diversidade maior de seus produtos

- Conhecer melhor quem é seu público-alvo, ou seja, clarear sua idéia de quem são seus potenciais compradores, e até encontrar novos nichos que você não imaginava e começar a trabalhá-los um a um de forma mais focada.

- Maximizar o número de recomendações, já que seus clientes satisfeitos e amigos desses clientes vão recomendar seu blog no meio social em que vivem, onde muito provavelmente se encontram outros clientes com o perfil de seus produtos.



Três dicas rápidas e certeiras para um blog

Como disse em outro post, o empreendedor tem de escrever.
Ou ter alguém que faça isso para ele. Afinal, ele conhece tudo de seu produto, serviço ou negócio e tem de traduzi-lo em palavras, tornando-as úteis e atraentes o suficiente para que para o seu público-alvo leia, além de fidelizar o leitor.

Aí vão as dicas: 


1. Desenvolva um “hall” de palavras-chaves de buscas no Google e nas mídias sociais para usar nos textos: para ser achado pelas buscas no Google, desenvolvi um “hall” de palavras-chaves que o meu público-alvo utiliza no momento em que busca soluções em comunicação e vendas. Utilize o Google Keyword Tool.

2. Desenvolva um roteiro de conteúdo, se possível, determinando uma ordem lógica no encadeamento dos posts, e até faça posts divididos em duas ou três partes, ou ainda séries de posts com até 8 partes, no caso de assuntos mais importantes e que precisam ser assimilados de uma forma mais “mastigada”.

3. Se você não tem tempo/paciência para criar conteúdo, uma idéia é contratar um estagiário de jornalismo/publicidade para te ajudar a transformar seu conhecimento em material publicável. O empreendedor, na maioria das vezes, tem um repositório de valor incalculável de conhecimentos sobre seus produtos/serviços, mas não sabe como aproveitá-lo em um blog. Esse estagiário também pode entrevistar seus funcionários e colher material.



Por fim, o mais difícil é incentivar as pessoas a comentarem. Na verdade, a proporção de pessoas que visita um blog em relação às que deixam um comentário é muito baixa.

Mantenha-se firme e siga em frente. Até porque, como disse o expert em marketing na web, Chris Brogan, o conteúdo deve vir acompanhado do sempre indispensável relacionamento para o sucesso de um negócio.

Blogar ou não blogar: eis a questão para o empreendedor



Mesmo para quem escreve profissionalmente, acontecem vários momentos de bloqueio e criatividade. 

Isso é normal. Afinal, não se trata apenas de escrever, mas principalmente de conceber um tema, idealizar os caminhos de seu desenvolvimento, e tomar o cuidado para não perder a coerência, desviando-se durante o “trajeto” para outra direção, ou tema.

Para o empreendedor, blogar pode ser visto como um exercício físico. Você começa a malhar, sente dores, esforça-se e, depois que entra no ritmo, além de tudo ficar natural, começa a sentir necessidade de escrever mais e mais posts.

Para o site Mashable, referência em notícias sobre mídias digitais e sociais, tecnologia e cultura web:
“Blog é o veículo de marketing certo para você e seu negócio/profissão/carreira, sabendo que existem muitas tentativas-erros-e-acertos para se gerar tráfego para um blog, construindo lembrança na mente das pessoas com o tempo, e também marca e valor para o seu pequeno negócio”.

O tarimbado jornalista americano Bill Stout disse que “não importa se você escreve bem, contanto que escreva corajosamente.

Querer ajudar de verdade seus clientes atuais e potenciais e buscar com vontade o conteúdo que lhes seja útil já é um grande passo para blogar. Você pode começar com conteúdo de terceiros, adaptando-o para o seu caso. Para quem acha que não pode escrever ou criar conteúdo, veja algumas idéias para começar. Você pode:


- reproduzir conteúdo de outros blogs / sites, incluindo o nome do autor e o link do material original;

- editar o conteúdo de terceiros adaptando para o seu caso, citando as referências quando for o caso;

- combinar com conteúdos anteriores de seu blog, fazendo uma espécie de seqüência ou série sobre um assunto em particular;

- existe muito material na internet sobre vários assuntos que são liberados de direitos autorais (é só questão de investir tempo e paciência procurando-os e depois oferecer como um bônus para seu público);

- indicar sites ou ferramentas online para auxiliar na vida digital de seu público 
não deixa de ser uma dica útil para quem está na internet e frequenta as mídias sociais. Por exemplo, descobri uma ferramenta que conecta você em tempo real ao seus contatos do Twitter, Facebook, Linkedin, MySpace, entre outros, que é o TweetDeck (www.tweetdeck.com).  

(*) Preste atenção na correção do português: erros de ortografia podem causar estragos na sua credibilidade

Empreendedores de sucesso estão desenvolvendo conteúdo educativo acerca de seus negócios 

O conteúdo educativo postado em blogs visa facilitar o dia-a-dia do seu público. No exemplo de hoje, temos o blog da loja virtual de cosméticos, Beleza Store. Ela mesma descreve seu trabalho de geração de conteúdo:

“O site e o Blog da Beleza Store foram criados de um desejo de passar a frente todos os conhecimentos de mais de 15 anos de profissão no mundo da moda, acompanhando as evoluções desse mundo maravilhoso”.
Como uma loja de cosméticos, seja uma de rua, de shopping ou virtual, não importa, poderia gerar conteúdo em torno de seus produtos/serviços?

Em primeiro lugar escreva uma série de categorias e subcategorias de temas em torno dos seus produtos/serviços. Vamos pegar o exemplo da Beleza Store. Em seu blog, encontramos as seguintes categorias de assuntos:

- Cabelo, Cosméticos, Cuidados Pessoais, Depilação, Esterilização, Inspirações, Maquiagem, Notícias, Perfumaria, Shampoo.

Agora, vamos ver os mais recentes conteúdos desenvolvidos pelo comércio virtual Beleza Store:

- Famosas usam e abusam dos vestidos:
http://www.blogbelezastore.com.br/famosas-usam-e-abusam-dos-vestidos/

- Super dica para essa sexta-feira: Beleza afro – Cabelos crespos (Enviado via Twitter com link para o blog): 
http://www.blogbelezastore.com.br/beleza-afro-cabelos-crespos/


- 4 Pentados rápidos e práticos para o final de semana: 
http://www.blogbelezastore.com.br/4-pentados-rapidos-e-praticos-para-o-final-de-semana

- Escova perfeita: 
- Looks que os homens odeiam: 
A Beleza Store, pelo que pude entender, é dirigida para os profissionais de beleza e estética. 

Mas acredito que esse post demonstra como o desenvolvimento de conteúdo tanto pode ser feito no caso de uma empresa que atenda outras empresas (donos de salão, profissionais de estética), quanto o consumidor em geral (lojas de produtos de beleza dirigidos para o grande público).

Nos dois casos, variando logicamente a estratégia, cabe muito bem o conteúdo educativo.

Concluindo, hoje todos buscam a internet para se informarem, para se aperfeiçoarem, para buscar um constante auto-desenvolvimento. E é aí que o empreendedor que pensa grande entra!


Como o sol se põe em Bangladesh? 

Caótico. É assim que o sol se põe na capital de Bangladesh. Imagine milhares de pessoas se amontoando nas ruas com carros, carroças, táxis de empurradores, moto, bicicletas e toda a sorte de meio de transporte motorizado ou não!

Usei esse exemplo como uma metáfora para representar o nosso dia-a-dia hiper-comunicado do século 21. Os meios e veículos de comunicação não param de gerar informação e somos assolados por essa hecatombe desinformacional diária.

Meu cérebro convulso, apoplético e absolutamente mirabolantemente atormentado ainda não conseguiu sentir-compreender-amotinar uma saída razoável para o constante de contradições de uma era hiper-comunicada.

O brilhante livro O marketing na era do nexo¹, de Walter Longo e Zé Luis Tavares, traz essa incrível afirmativa: 
“Será que estamos mesmo conectados, ou somente transferindo impulsos desprovidos de sentido e conteúdo, demonstrando que estamos apenas alertas, que sua mensagem foi recebida com sucesso?”
Nós, produtores e consumidores de mídia, estamos convulsionando informações, vomitando o que não é possível digerir.

Assim, quando começo a formar um nexo sobre questões que preciso resolver criativamente, vem-me outra avalanche e me arrasta para outro lado e assim ad infinitum ...

Cultura da Convergência 

Um dos meus livros de cabeceira, Cultura da Convergência², de Henry Jenkins, que trata de toda essa revolução informacional a que estamos sendo expostos, analisa o sucesso dos realities shows, das estórias paralelas criadas pelos fãs de Guerra nas estrelas e Harry Potter, e como as pessoas se envolvem e criam conteúdo em torno desses sucessos de mídia, exponenciando a divulgação de forma viral.

Mas me permito discordar de Jenkins quando ele fala que (...)“As restrições de interatividade são tecnológicas. Em quase todos os casos, o que se pode fazer num ambiente interativo é determinado previamente pelo designer”.

As restrições à interatividade com conteúdos são humanas. Somos limitados e todos temos uma capacidade finita de acumular informações e conhecimento.

Por isso, ainda acredito que o pensamento estratégico é o que sempre ‘ganha corridas’. Longo e Tavares dizem: “(...) não tenha medo de ‘perder tempo pensando’. Na nova ordem econômica mundial que se aproxima, pior do que ficar para trás será acelerar sem nexo, no sentido errado”.

Qual o próximo passo: ou vai ficar menos complicado?

Basicamente, em termos de hiper-informação, dois questionamentos são fundamentais:

· Qual tipo de informação preciso para resolver meu problema?

· Onde encontrá-la (como encontrá-la e quais fontes são confiáveis)?

O site http://wiki.media-culture.org.au, uma espécie de enciclopédia wiki de novas mídias, fala com propriedade que “a convergência revolucionou e criou muitas novas tecnologias, mas nenhuma é tão visível quanto a telefonia móvel”.

Está ficando cada vez mais evidente que tudo caminha para os nossos aparelhos celulares. Julius Wiedemann³, na revista Wide (dirigida para os profissionais de comunicação e marketing), demonstra a força dos aparelhos celulares:

“O telefone celular é, segundo uma pesquisa da Nokia, uma das três coisas mais importantes que carregamos todos os dias, juntamente com as chaves de casa e dinheiro. Segundo a pesquisa, o telefone é que nos dá a sensação de segurança e de estarmos conectados ao mundo. Estamos com ele todos os dias e todas as horas... O futuro da internet está na mobilidade e numa recriação de como interagimos com conteúdo, com pessoas e com tudo o que está à nossa volta. 

Fiz um teste com alguns amigos e perguntei sem qual das três coisas eles, impreterivelmente, não sairiam para a rua: a resposta foi sempre o celular.

O que podemos fazer hoje com um aparelho de telefonia móvel e as possibilidades de agrupamento de novas tecnologias são incomensuráveis: o desaparecimento de cartões de débito/crédito e chaves substituídos pelo celular não estão longe de acontecer!
Tudo o que precisamos ter e saber vai estar em nossas mãos. Um jornalista da Wired (www.wired.com) disse: É claro que, após dez anos usando um telefone celular, o único número de telefone que me lembro é o meu e, mesmo assim, de uma forma meio nebulosa.

E você: até onde vai sem o seu celular?

Fontes bibliográficas 

¹ O marketing na era do nexo - Walter Longo e Zé Luis Tavares

(http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1857684328&estado=26&cidade=971&ordem=prec)

² Cultura da Convergência - Henry Jenkins

http://www.submarino.com.br/busca?q=Cultura+da+convergencia+Henry+Jenkins&dep=+&x=0&y=0

³ Julius Wiedemann – Os blocos pré-moldados e a democratização da informação – Revista Wide / jan-fev-2011 



Costumo responder algumas solicitações de esclarecimentos de dúvidas que me chegam pelo email. Por se tratar de uma consultoria gratuita, dou-me a liberdade de publicar no aqui Comunicar e Vencer. Da mesma forma que pode ajudar quem enviou o email, também pode ajudar outras empresas em suas caminhadas em direção ao sucesso. 

Nesse post estou respondendo ao questionamento (que chegou por email) de uma empresa de produtos e serviços de segurança domiciliar e comercial que vou respeitar o sigilo.

Ao se abrir um negócio, o básico de tarefas de marketing é fazer cartões de visitas e folder apresentáveis, além de um bom e dinâmico site.

O email menciona, também, a possibilidade de fazer propostas para enviar a clientes potenciais. Sim; propostas comerciais são importantes, mas será que elas funcionam para abrir as portas da empresas novas no mercado, captando clientes?

A resposta é sim e não.

Sim, porque você pode dar uma sorte danada, acertando de primeira alguns clientes que estejam ultra necessitados de seus serviços e ainda não tiveram tempo de buscar soluções.

Por outro lado, e mais provavelmente, enviar propostas no escuro pode trazer resultados insatisfatórios.

Na melhor das opções, se sua proposta for muito bem escrita, direcionada corretamente para o seu público-alvo, com um design bem feito e coerente com o que você está propondo, a chance de conseguir clientes é relativa.




Propostas também funcionam para desvandar seus produtos e serviços

Há uns 4 anos atrás, atendi um grupo de duas empresas incorporadas de transporte de valores, serviços de agentes de segurança e equipamentos informatizados de câmeras de monitoramento integradas a uma central.

O próprio exercício de criar apresentações de vendas das duas empresas e seus serivços ajudou a clarificar o que cada uma tinha de especial e a melhor forma de apresentar a divisão entre os produtos/serviços de cada uma.


A arte de atrair clientes em empresas iniciantes
A arte de atrair clientes em empresas iniciantes requer uma dose de paciência e trabalho de relacionamento.

Em determinados casos, pode ser mais importante primeiro conseguir um contato do cliente potencial e enviar algum tipo de informação relevante, por exemplo, um artigo com dicas de negócios para esse cliente.

No caso, considerando condomínios residenciais como clientes potenciais, o alvo pode ser um síndico ou um administrador profissional de condomínios).

Somente depois dessa abertura de contato e algumas repetições, aí sim, vale a pena enviar propostas comerciais.

Existem vários tipos de canais para abertura e contatos no caso de uma empresa de produtos e serviços de segurança domiciliar e comercial. Na média, os mais recomendados são:


1. Participar de feiras de negócios tanto pode ser como expositor quanto como visitante.

2. Criar conteúdo relevante para seu público-alvo que pode ser baixado gratuitamente em seu site/blog mediante cadastramento. A partir daí, você vai precisar investir em conteúdo. Lembrando que aquela desculpa do tipo “meus produtos e serviços são auto-explicativos e não tenho como criar conteúdo sobre eles”, não conta mais.

3. Faça parcerias, lembre-se que você deve ter o que oferecer em troca do que o parceiro vai lhe dar. Para tanto, pense em qual é o seu diferencial, o que você tem de especial que pode interessar a outra empresa/pessoa para fechar a parceria.

4. Identifique segmentos de clientes potenciais desatendidos, parcialmente atendidos ou, ainda, mal atendidos. Tenho certeza de que as empresas que falham no atendimento e relacionamento com seus clientes atuais, abrem grandes brechas para a concorrência.

5. Identifique negócios complementares aos seus produtos/serviços e firme parcerias: por exemplo, podem ser pequenas empreiteiras, corretores imobiliários, empresas de refrigeração (observe que uma parcela significativa de quem esta instalando sistemas de refrigeração provavelmente está abrindo seu negócio e vai precisar cuidar também da segurança.


E aí vai a dica bônus: 

6. Parceria com bombeiros-mecânicos (ou bombeiros-hidráulicos). Como na maioria das vezes eles são autônomos, eles conhecem muitos clientes residenciais e comerciais em detalhes por trabalharem alguns dias no local (e geralmente são recomendados por clientes anteriores). Eles acabam conhecendo a vida e as necessidades dos clientes.

O importante é traçar planos estruturados com metas para poder avaliar de onde estão vindo mais indicações de clientes potenciais, e de qual tipo de indicação são fechadas mais vendas. 

Acredito que tenha dado um ponta pé inicial para responder ao email que recebi. Comentários, críticas, ideias, sugestões? É só comentar ai embaixo! É grátis e não dói!

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